authenticity is magnetic

notes on the quiet power of being real

Escrevi esta edição pensando nas pessoas que me inspiram — aquelas que vivem de acordo com suas próprias regras, que não têm medo de se mostrar por completo e que iluminam tudo ao redor simplesmente sendo elas mesmas.

Autenticidade não é apenas uma escolha; é um ato de coragem diário.

Também falei sobre todas as coisas que fazem parte do meu mundo agora: minha série do momento e meu personagem preferido, a moda que me inspira, o livro que mudou minha vida e até algo que estudei essa semana e que me fez pensar de um jeito novo.

Compartilho tudo isso para mostrar como nossas paixões, aprendizados e gostos refletem quem somos de verdade.

Espero que, ao ler, você se sinta encorajado(a) a dançar estranho, falar o que pensa, mostrar seus gostos, abraçar suas vulnerabilidades e proteger sua essência. Ser você mesmo nunca é demais, e, se algum lugar não permitir isso, é o momento de seguir adiante. A vida é grande demais para espaços pequenos, mas seu brilho, quando autêntico, é infinito.

Espero que gostem, Nathália

as pessoas mais interessantes que eu conheci são as mais autênticas

São aquelas que não se importam com o que os outros pensam.

Elas vivem segundo suas próprias regras, mostrando suas paixões, seus gostos e até suas vulnerabilidades sem medo de julgamento. Vestem o que amam, falam o que sentem, agem de acordo com seus valores, e não com o que a sociedade espera. Uma pessoa autêntica não finge ser quem não é para agradar, nem se encaixa em padrões só para caber em algum grupo.

São curiosas, criativas, transparentes. Podem ser intensas, engraçadas, românticas, reflexivas ou estranhas — e tudo bem. Aceitam seus defeitos e suas qualidades.

Sabem quando erram e têm coragem de pedir desculpas; sabem quando acertam e não têm vergonha de se orgulhar. São fiéis a si mesmas mesmo que isso faça parte do que o mundo considera “diferente”.

São pessoas únicas. Autênticas. Que acordam todos os dias sendo exatamente elas mesmas, sem pedir permissão. Isso sim é fascinante.

E todas as pessoas interessantes que eu conheço, são autênticas.

Eu vou lembrar pra sempre daquele menino que não teve uma infância normal porque era ator, que não frequentou a escola como todo mundo, mas carregava uma maturidade e sensibilidade que me fazia querer escutar cada palavra dele. Aquele outro que escreveu um álbum inteiro pra sua ex-namorada e cantava cada música não por vaidade, mas pra se esvaziar, pra sentir algo profundo.

Ou aquela menina que se vestia de um jeito que ninguém mais ousaria, compartilhava suas paixões por desenhos japoneses sem medo e mostrava pro mundo quem ela era de verdade. Ou do cara que largou seu trabalho tradicional pra ser artista, sem garantias, apenas porque viver de acordo com sua própria verdade era mais importante que qualquer segurança.

E também, daquele ultra tradicional, quase chato para alguns, mas que seguia fielmente os princípios que acreditava, mesmo que todos achassem estranho.

E até aquele amigo que fiz nas ruas de Paris, que coleciona discos antigos, que me ensinou a ouvir cada música de um jeito novo e não se importa se ninguém mais entende seu entusiasmo. Também tem, a menina das pequenas tradições com amigos, como escrever cartas ou marcar cafés semanais, e transforma o ordinário em extraordinário. E o menino que surfa pelo mundo e volta com histórias que parecem aventuras de filme, mas sempre com um detalhe pessoal, um aprendizado, algo que só ele perceberia.

Todas essas pessoas têm algo em comum: acordam todos os dias vestidas de si mesmas. Elas são intensas, genuínas, imprevisíveis. O magnetismo delas vem justamente disso: da coragem de ser quem são, mesmo que seja diferente, estranho ou inesperado. Elas não seguem tendências ou manadas, elas são o próprio farol, e a autenticidade delas ilumina tudo ao redor.

Em contrapartida, já nem me lembro direito daquele outro menino que conheci — aquele que só falava sobre o trabalho que ele odiou, dinheiro, fofocas, festas, ou sobre o que todo mundo faz, sem nunca revelar algo que realmente gostasse. Ou da garota que só concordava com tudo, nunca opinava nenhum assunto com medo do julgamento alheio, ou da maioria não concordar com ela. Também não me lembro nem do rosto daquela menina que praticamente mudou de identidade pra se tornar “padrão”.

E sim, ela se tornou. Padrão.

A pessoa que não tem autenticidade costuma seguir o fluxo: usa roupas iguais às outras, fala sobre assuntos iguais, ri das mesmas piadas, vai aos mesmos restaurantes, festas, e vive uma rotina que parece ensaiada. Aqueles grupos sociais que tendem a seguir o fluxo. Conversar com eles é quase como conversar com uma versão genérica de alguém — previsível, sem surpresa, sem brilho. Nem me lembro mais dos nomes deles; acho que já encontrei 20 exatamente iguais, e todos se misturavam numa multidão de mesmice.

Escrevendo esse texto me dei conta de quantas pessoas são assim. Infinitas.

O efeito manada pega: as pessoas se apagam para caber, tentam se moldar ao que acham socialmente aceitável, e o que sobra é alguém que não se destaca, que não deixa lembrança, que não deixa marca. Copiam umas as outras e perdem o brilho de tudo que as tornava únicas. É um vazio de autenticidade, e é exatamente isso que os torna tão esquecíveis.

O desejo de se encaixar leva algumas pessoas a perderem a própria identidade. Vi mulheres se submetendo a uma série de procedimentos estéticos, não porque queriam realmente, mas porque sentiam que precisavam se parecer com um ideal imposto pela sociedade. Cada detalhe, cada correção, parecia apagar um pedaço do que as tornava únicas. O sorriso, os olhos, até a expressão do rosto começavam a parecer padronizados, como se fossem todos desenhados a partir do mesmo molde.

O efeito manada silencioso faz com que essas pessoas deixem de ser quem são de verdade, e no lugar surge uma versão compatível com o que os outros esperam. Aos poucos, perdem nuances, pequenas imperfeições que davam personalidade, e com isso o que antes era único se torna quase genérico.

Esse fenômeno não é apenas uma impressão pessoal; é respaldado por estudos sociológicos e psicológicos. Pesquisas indicam que, ao se sentirem excluídas ou inseguras, as pessoas tendem a conformar-se aos padrões do grupo para evitar o desconforto da diferença. Esse comportamento é uma estratégia de adaptação social que, embora natural, pode levar à perda da autenticidade individual.

Além disso, o conceito de “massa crítica” sugere que, quando um número suficiente de pessoas adota uma ideia ou comportamento, ela se torna auto-sustentável, influenciando ainda mais indivíduos a seguirem a mesma direção, mesmo que isso signifique abrir mão de suas próprias preferências.

O magnetismo verdadeiro nasce quando você é você. Mesmo que seja estranho. Mesmo que seja diferente. Mesmo que não seja “normal”.

É fácil tentar se encaixar. Querer aquilo que está na moda, seguir pessoas pelo status, estar com alguém só para se sentir aceito. Mas aí você perde você mesmo. Quando olha no espelho, não se reconhece. A menina que amava pintar? A sua criança interior? Ela ficou para trás, tentando chamar sua atenção.

E aí você percebe: não ser único é se perder. Ser mais um, na vida de alguém e na sua própria vida, é doloroso. Apenas mais um na multidão.

A autenticidade acende de dentro. Não precisa de holofotes — você é o próprio holofote. Ela faz tudo fluir, conecta você com pessoas, experiências e propósito. Quanto mais você é você, mais tudo se encaixa.

E eu me vejo nisso. Hoje em dia, abraço cada dia mais a pessoa que ama romances, que se fascina por culturas diferentes, que só é feliz com viagem marcada, que quer viver um filme e não aceita menos que isso. Sou nostálgica, escrevo mil textos, odeio sertanejo, não sigo tendências à risco, sou intensa, tenho paladar infantil, sou viciada em ler, acredito em energias, amo textão e cartinhas, não ligo pra coisas materiais, escuto Taylor Swift o dia inteiro, amo ficar sozinha, odeio fofoca e superficialidade, sou a favor de seguir a felicidade, tenho muita fé em Deus, acredito que a vida é uma só, quero estar perto de pessoas autênticas e que me acrescentem alguma coisa interessante, choro com absolutamente tudo, amo a vida e sei romantizá-la. Sou eu mesma, todos os dias, e não trocaria isso por nada.

Então, seja você mesmo. Brilhe. Dance do jeito que quiser, fale suas opiniões, mostre seus gostos, ria do seu jeito. Não tem nada de errado em ser você, nem em ser diferente, estranho ou intenso. E se algum lugar não permitir que você seja você, se afaste.

Proteja sua essência. Você é grande demais para caber em espaços de pessoas pequenas. E lembre-se: a autenticidade é o que faz você brilhar de verdade.

dress authentically

Antes de mergulhar nas notícias e tendências do mês, vale destacar como a moda continua sendo um reflexo da nossa personalidade e estilo próprio. O que me chamou a atenção foi a forma como peças clássicas e atemporais voltam com força, mas sempre convidando cada um a imprimir sua própria autenticidade. Das botas que se tornam protagonistas do look aos jeans com lavagens únicas, o que vemos é que a moda não dita regras — ela celebra quem você é.

E aqui estão alguns destaques que merecem atenção:

  • Botas como Peças Centrais do Guarda-Roupa

    A Vogue destacou 12 tendências de botas que prometem dominar o cenário da moda nesta temporada. As silhuetas-chave incluem botas de cano alto, botas tipo luva que oferecem um ajuste como uma segunda pele, botas clássicas de tornozelo e estilos desleixados reminescentes dos anos 2000. Essas botas oferecem estilo, praticidade e versatilidade: amamos!

  • Estilo Western com um Toque Fashion

    Kendall Jenner e Gigi Hadid estão incorporando uma versão de alta moda do estilo ranch e Western, com designs de Alexander McQueen, Dior e Marc Jacobs, todos acessórios com chapéus de cowboy clássicos e botas.

  • Jeans Pretos como Peças Centrais do Guarda-Roupa

    Os jeans pretos estão em alta, com silhuetas clássicas como straight-leg, wide-leg e barrel-leg. Esses jeans são versáteis e podem ser combinados com uma variedade de estilos, permitindo que cada pessoa expresse sua autenticidade através de suas escolhas de vestuário.

  • Denim com Lavagens Vintage Autênticas

    O denim com lavagens vintage autênticas está em alta, com marcas como Rúadh e Still Here celebrando o denim com lavagens únicas e detalhes modernos.

    Veja os destaques na Vogue

Nossa diva Kendall Jenner.

No fim das contas, moda é mais do que roupas: é uma forma de se expressar, de mostrar ao mundo quem você é sem precisar explicar. É sobre se permitir experimentar, ousar e celebrar seu próprio estilo. Então, ao escolher suas peças este mês, lembre-se: dress authentically. Seja fiel a você, e a moda vai acompanhar.

denim affair - BO.BÔ 👖

A BO.BÔ sempre foi uma marca que celebra autenticidade. Desde os detalhes dos tecidos até o caimento das peças, cada item parece ter personalidade própria, permitindo que quem veste se expresse de forma única. E foi exatamente isso que me encantou desde adolescente.

A BO.BÔ era a loja que mais me chamava atenção no shopping. Toda vez eu parava pra olhar a vitrine, encantada com o estilo, tecidos e detalhes. Lembro de uma blusa em especial, a minha primeira peça da marca, de um tecido meio pelinho, listrada preta e rosa. Eu nunca fui uma menina consumista, sempre escolhia as peças com muito cuidado, coisas que realmente queria. Meu pai sempre foi pé no chão, e eu também era assim, então cada compra era especial. Quando ele comprava algo da BO.BÔ para mim, era como se o mundo ficasse mais bonito, eu ficava MUITO feliz.

É engraçado mas, depois de tanto tempo, e hoje fazendo parte do squad da marca, a sensação permanece a mesma.

A última coleção da BO.BÔ, Denim Affair celebra o jeans em sua forma mais sofisticada e versátil, com peças que vão desde calças flare e skinny até camisas e jaquetas, todas com um toque contemporâneo e cheio de personalidade. Usei um look da coleção na minha viagem ao Rio de Janeiro e fiz uma combinação dia mais casual, e com o mesmo look, uma combinação noite, com um saltinho.

Eu sou completamente apaixonada pelos jeans da Bobô. Tenho vários, e cada um é incrível. O que mais amo é a versatilidade: dá para usar em todas as ocasiões, literalmente, e montar combinações infinitas. Ele consegue ser confortável e estiloso ao mesmo tempo, transmitindo personalidade e autenticidade. Do casual ao mais arrumado, do dia para a noite, os looks com jeans sempre funcionam — e é exatamente isso que a BO.BÔ consegue com essa coleção: peças que se adaptam à sua rotina sem perder o estilo.

Cada peça tem algo a dizer, e é impossível não se sentir inspirada ao experimentá-las.💙

Um livro que mostra aonde a autenticidade pode te levar:

A Coragem de ser Imperfeito, by Brené Brown.

É uma obra que combina pesquisa acadêmica com relatos pessoais, oferecendo uma visão acessível e profunda sobre como a aceitação da nossa imperfeição pode nos levar a uma vida mais plena e significativa.

O que o livro aborda

  • Vulnerabilidade como força: Brown argumenta que a vulnerabilidade não é fraqueza, mas uma fonte de coragem e autenticidade. Ao nos permitirmos ser vulneráveis, abrimos espaço para experiências mais ricas e conexões mais profundas.

  • Cultura da escassez: A autora discute como a sociedade nos condiciona a sentir que nunca somos “bons o suficiente”, levando-nos a buscar constantemente a perfeição e a evitar a exposição de nossas falhas.

  • Vergonha e medo: Explora como a vergonha e o medo podem nos paralisar e como enfrentá-los é essencial para viver de forma autêntica.

  • Coragem e conexão: Brown destaca que a verdadeira coragem está em se expor e se conectar genuinamente com os outros, sem máscaras ou defesas.

Se você busca entender como a autenticidade pode transformar sua vida, este livro oferece insights valiosos. Ele nos convida a abandonar padrões de perfeição e a abraçar nossa verdadeira essência, promovendo uma vida mais conectada e significativa.

Authenticity is a collection of choices that we have to make every day. It’s about the choice to show up and be real. The choice to be honest. The choice to let our true selves be seen.”

🔗  Tenho ele no meu tiktok shop!

se não tivesse essa parte, não seria eu.

Tá, eu preciso falar (de novo) sobre:

the summer i turned pretty

Para quem ainda não conhece essa série — uma das mais viciantes de todos os tempos — a trama acompanha Belly, Conrad e Jeremiah. A cada verão, a gente vê como as relações se transformam e como é difícil lidar com sentimentos que nem sempre conseguimos entender direito.

Se você ainda não assistiu tudo, se considere sortudo: queria poder voltar e ver de novo pela primeira vez.

No “on screen” de hoje, quero focar na terceira temporada, que é intensa demais. Conrad volta à vida da Belly e, gente, cada olhar dele parece carregar tudo que eles viveram juntos. Você sente junto com a série e ela te faz transbordar emoção e entrar dentro dos personagens. A trilha sonora, com Taylor Swift, deixa tudo ainda mais sentimental. Cada música parece ter sido FEITA pra tocar exatamente naquela cena, e te tocar no ponto do coração que você nem sabia que estava doendo. Eu choro quase todas as vezes 🥲.

A série também faz a gente refletir sobre nossas próprias conexões. Quem vale a pena segurar? Com quem a gente deveria se arriscar e se abrir de verdade? É uma febre, e eu entendo totalmente por quê — todo mundo quer saber com quem a Belly vai ficar, mas, no fundo, o que mais importa é a intensidade, a verdade dos sentimentos, e o aprendizado que vem junto.

E, além de tudo, você percebeu as referências? A série é cheia de homenagens a filmes clássicos, e eu acho isso simplesmente genial. É, sem dúvida, a série mais girly girl de todos os tempos (e talvez seja exatamente por isso que é a minha favorita).

E além disso tudo tem algo que eu fico pensando todos os dias:

por que a gente está obcecado peloo Conrad?

Sim, o Chris é lindo, isso ninguém pode negar. Mas não é sobre isso. Minha obsessão pelo personagem vai além da aparência — é sobre a profundidade dele, sobre a forma como ele sente. Faz tempo que eu não me apaixonava tanto por um personagem fictício, e percebo que é porque a personalidade do Conrad é, literalmente, perfeita.

Ele não é de falar muito, ele mostra. Ele demonstra nos silêncios, nos olhares, nos pequenos gestos. Ele foi capaz de lidar sozinho com a doença da mãe, escondendo sua própria dor, só pra proteger os outros e garantir que ninguém perdesse o último verão. Ele se afastou da Belly mesmo amando ela, porque acreditava que esse era o melhor caminho pra ela. Isso exige uma força que vai muito além da força física: é maturidade, é amor verdadeiro, é altruísmo.

E eu percebo que é exatamente esse tipo de pessoa que me encanta (e acho que te encanta também): alguém reservado, profundo, que não precisa se exibir, que não corre atrás desesperadamente de nada, mas que tem clareza dos seus sentimentos e dos seus objetivos. O Conrad não é o cara que vive de excesso — ele é intensidade pura. Ele foca, ele sente, ele se guarda. Ele tem aquela aura de mistério, meio untouchable também, que atrai, como se fosse impossível não querer entender o que se passa dentro dele. Se formos pelo conceito, bem 🐈‍⬛ gato preto: misterioso, independente, intenso. Essa energia é autêntica e consequentemente magnética.

O contraste com o Jeremiah só reforça isso. O Jeremiah é como um golden retriever — fofo, alegre, sempre disposto a demonstrar afeto. E é aí que eu percebo uma coisa: no papel, o Jeremiah seria o “escolhido certo”. Ele é divertido, atencioso, sempre presente. O tipo de cara que nunca deixa você em dúvida, que demonstra amor em cada gesto, que te coloca no centro da vida dele sem medo nenhum. Quem não gostaria disso? É o clichê do “namorado perfeito”.

Mas, pra mim, não é sobre perfeição no sentido superficial. É sobre profundidade. O Jeremiah me soa previsível demais, sabe? Ele é meio que nem todos os caras clichês. Gosta das mesmas coisas, fala as mesmas coisas, literalmente o cara clichê de 2025. Eu acho 20 com a mesma personalidade em segundos. Sei exatamente, o tempo todo, o que esperar dele. Até a traição era esperada.

Já o Conrad é o contrário: ele provoca, intriga, tira todo mundo da zona de conforto. Ele não entrega tudo de bandeja — e talvez seja exatamente isso que faz a gente se conectar tanto. Porque o amor, pelo menos pra mim, não é sobre facilidade. É sobre intensidade.

Ele é aquele tipo de pessoa que parece carregar o peso do mundo nos ombros, mas mesmo assim não deixa de proteger quem ama. Ele ama em silêncio, com uma intensidade que quase sufoca. Ele não precisa dizer “eu te amo” a cada minuto, porque a forma como ele olha já fala tudo. É aquele amor que você sente, mesmo sem palavras. E isso, pra mim, é infinitamente mais magnético do que qualquer demonstração aberta e ensaiada.

Eu penso muito nisso: a personalidade dele é perfeita porque combina com o que a maioria das meninas procuram de verdade — alguém com propósito, com profundidade, que não se perde em superficialidades. Alguém que sabe segurar firme quando precisa, mas que também sabe recuar por amor. E eu acho isso de uma beleza absurda.

A série se tornou febre porque no fundo, todo mundo já viveu ou quis viver um amor como esse. O amor que não é fácil, mas que é verdadeiro. Que não é perfeito, mas que é inesquecível. E quando eu vejo o Conrad, eu me reconheço — porque é esse tipo de amor, esse tipo de pessoa, esse tipo de intensidade que eu escolheria. Sempre.

por que você deve seguir a teoria da linha da atração 😘

Estudei sobre isso essa semana e achei genial: a linha da atração.

Já pensou porque você se sente atraído por algumas pessoas de forma avassaladora e outras não? Não estou falando de achar alguém bonito, fofo, ou charmoso. Falo de atração.

Imagine uma linha com um ponto central. De um lado está uma energia que chamamos de feminina e do outro uma energia masculina. A atração saudável acontece quando cada pessoa ocupa um polo com a mesma distância do centro, em equilíbrio. Se um dos lados está muito deslocado e o outro muito retraído, a tensão tende a quebrar: um puxa demais, o outro empurra demais. Quando ambos sustentam sua posição de forma complementar, surge química, segurança e movimento genuíno entre as pessoas. É aquela super atração.

Vamos supor que você é super feminina e conhece um cara que está no meio da energia masculina. A sua distância do centro é muito grande, a dele, não. O relacionamento tende a quebrar em qualquer momento, a não ser que você se torne um pouco menos feminina, ou ele um pouco mais masculino pra equilibrar. Entenderam a lógica? Achei genial.

Alguns outros exemplos simples:

  • Dois indivíduos com energia mais feminina vão ter dificuldade de se conectar — a química não acontece.

  • Dois indivíduos com energia mais masculina também não vão fluir.

  • Se um homem tem energia muito masculina e a mulher pouco feminina, a relação tende a não dar certo.

Ou seja: o segredo é o equilíbrio: a distância do centro precisa ser a mesma nos dois lados. Quando isso acontece, a atração surge naturalmente, intensa e segura.

Teorias que explicam isso:

  • Lei da Polaridade: Essa lei universal afirma que tudo no universo existe em pares opostos e complementares. No contexto dos relacionamentos, isso significa que a atração entre duas pessoas é mais forte quando há uma polaridade clara entre as energias masculina e feminina. Quando ambos estão no mesmo polo, a atração diminui ou desaparece.

  • Yin e Yang: Na filosofia chinesa, o símbolo do Yin e Yang representa forças opostas que são interdependentes e complementares. O Yin é associado à energia feminina, enquanto o Yang é associado à energia masculina. A harmonia e o equilíbrio entre essas energias são essenciais para a saúde e o bem-estar, incluindo nos relacionamentos.

  • Tantra: No Tantra, acredita-se que a polaridade entre Shiva (masculino) e Shakti (feminino) é fundamental para a criação de energia sexual e espiritual. Essa dinâmica de polaridade não depende do gênero biológico, mas da energia predominante de cada indivíduo.

  • Psicologia Analítica de Jung: Carl Jung introduziu os conceitos de Anima e Animus, representando as energias feminina e masculina inconscientes em cada pessoa, respectivamente. A integração dessas energias opostas dentro de si mesmo é vista como um caminho para o crescimento pessoal e para relacionamentos mais equilibrados.

Em resumo: A linha da atração é sobre equilíbrio energético. Quando ambos os parceiros ocupam polos opostos com a mesma distância do centro, a atração romântica flui naturalmente.

Observação importante: falar de “masculino” e “feminino” aqui não é falar de quem é homem ou mulher. É falar de energias/qualidades que qualquer pessoa tem em maior ou menor medida.

você já fez um mapa dos sonhos?

Um Mapa dos Sonhos é uma representação visual ou escrita das suas intenções, objetivos e desejos mais profundos. Não é só sobre metas superficiais — é sobre o que realmente importa para você em diferentes áreas da sua vida, como amor, carreira, saúde, amizades, criatividade e crescimento pessoal.

O conceito surgiu do Law of Attraction (Lei da Atração), popularizado por livros como The Secret (Rhonda Byrne), mas também está presente em várias tradições de desenvolvimento pessoal e espiritualidade. A ideia é simples: quando você coloca no papel — ou visualmente — o que deseja, cria uma forma de manifestar esses sonhos. Ninguém consegue explicar de verdade, é energia✨⚡️🤝 .

Eu levo como o momento de escrever tudo que eu quero, por mais impossível que pareça ser - nada é impossível.

Existem várias formas de criar um Mapa dos Sonhos: pode ser feito com colagens de imagens, desenhos, palavras-chave ou mesmo apenas anotações escritas. O importante é que cada elemento desperte emoção e faça você sentir como se aquilo já estivesse acontecendo.

Como fazer um? Pega um papel e escreve seu nome todo e embaixo sua data de nascimento, coloca um “prazo” tipo de tal dia até tal dia. E coloca TUDO que você quer que aconteça, separe por áreas: amor, amizade, viagens, profissional, saúde, estudos, família, oportunidades!

it’s MAGIC!! trust me.

“a muse is never ordinary. she walks to her own rhythm, speaks her truth,

laughs in colors no one taught her.

to follow the crowd is to lose her spark — she exists to be felt, not to blend in.”

Eu uso o Instagram do My notes como daily para garotas.

hi, i’m the girl :)

que já viveu muitas versões de si.

Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente.

Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também.