echoes of attachment
learning to listen to the right voice and trust your inner guidance

Oi, 2026! Esta é a primeira edição do ano, mas na verdade comecei a escrever ela no final do ano passado, e ela acabou ficando com um significado muito especial pra mim. O coração desta edição é o texto sobre apego — como ele aparece, como nos faz questionar, insistir e, às vezes, nos afastar de nós mesmos. Escrever sobre isso foi uma forma de organizar meus pensamentos e refletir sobre minhas próprias escolhas.
Além disso, compartilho também moda, livros, filmes, marcas que usei e adorei, e a Little Tip que na prática virou uma Big Tip. Mas tudo isso é como um pano de fundo para a reflexão principal: o apego, a intuição e o valor de ouvir a própria voz.
Espero que esta primeira edição sirva não só pra mostrar minhas descobertas e inspirações, mas também pra inspirar vocês a perceber quais vozes realmente merecem ser ouvidas — seja no amor, nas amizades, no trabalho ou em qualquer escolha da vida. Porque no fim, a liberdade de decidir vem de dentro, e o apego nunca deveria ter mais poder do que a sua intuição. 💫
Espero que gostem, Nathália

o apego é um péssimo conselheiro
Não escute o apego.
Ele vai te mandar ficar. Ficar mais um pouco. Ficar apesar do desconforto. Ficar mesmo quando algo em você já sabe. Sabe exatamente.
O apego sempre aconselha a permanência, nunca a verdade. Ele não pergunta se é recíproco, se é leve, se é inteiro — só pergunta se é familiar. Ele grita que quer ficar, custe o que custar.
O apego fala com urgência. Diz que agora não é hora de ir. Que talvez amanhã seja diferente. Que sair dói mais do que ficar. Ele faz você ficar. Pra sempre.
Ele, além de péssimo conselheiro, é mentiroso.
Porque o apego não quer o seu bem, ele é egoísta, só quer evitar o vazio. E pra isso, ele aceita qualquer coisa que pareça presença. O apego transforma sinais claros em dúvidas confusas. Transforma ausência em potencial. Transforma migalhas em esperança.
Ele te convence de que insistir é maturidade. De que aguentar é profundidade. De que se adaptar demais é amor.
E não é.

O apego vai gritar para você ficar naquele emprego que já te esvaziou, no grupo de amigos onde você já não cabe, no relacionamento onde você está sendo desvalorizado. Ele vai te pedir o máximo. Mais paciência, mais tentativa, mais versão sua. Vai dizer que desistir é falhar — quando, muitas vezes, insistir é se trair.
Trair você mesmo é agir contra os próprios princípios só para permanecer. É saber, com clareza, que aquilo não é certo para você, que não combina com a sua vida, com o que você acredita, com a forma como você escolheu existir no mundo — e ainda assim ficar. É sustentar situações que te afastam de quem você é, aceitar dinâmicas que você sempre disse que não aceitaria, normalizar comportamentos que antes seriam inegociáveis. Não porque você mudou de valores, mas porque o apego fala mais alto. Porque sair exige coragem, enquanto ficar exige apenas hábito.
E, aos poucos, você confunde adaptação com maturidade, resistência com força, e passa a chamar de escolha aquilo que, na verdade, é medo de perder.
Mas, perder o que?
Muitas vezes, não é a pessoa, o lugar ou a situação em si — é a ideia. A ideia do que poderia ter sido, do tempo investido, da versão de futuro que você criou na sua cabeça. O potencial. É o medo de admitir que algo não deu certo, de encarar o vazio que vem depois, de aceitar que insistir não mudou o final.
O apego não protege o que é real; ele protege a fantasia, o conforto do conhecido, mesmo quando esse conhecido já não te acolhe. E, por isso, você permanece não porque ainda faz sentido, mas porque sair te obrigaria a enfrentar a perda de algo que talvez nunca tenha existido do jeito que você imaginou.
Mas a verdade é que nada é perdido aqui. Não tem como perder a ilusão, já que ela, nunca existiu.
Você nunca perde. Não perde o trabalho que te adoece, não perde o relacionamento em que a outra pessoa não faz questão de você, não perde amizades que te diminuem ou te drenam. Isso não é perda — é liberação. O que se chama de perda, na verdade, é só o fim de uma insistência unilateral.
Quem perde não é quem vai embora com lucidez, é quem fica sem alguém disposto, presente, tentando. O apego distorce essa lógica e te faz acreditar que sair é fracassar, quando, muitas vezes, é o único jeito de parar de se abandonar. Você não sai levando menos; você sai porque quer mais.

Eu já escutei o apego gritando no meu ouvido. Ele veio quando tudo começou a dar errado, mas ainda não o suficiente para tornar a saída óbvia. Ele insistiu que eu ficasse, que tentasse mais uma vez, que aguentasse só mais um pouco. E quanto mais você escuta, menos você enxerga. O apego te cega. Ele te faz perder referência do que é aceitável, do que é digno, do que você jamais aceitaria se estivesse inteira. Não é só em relacionamentos — ele se infiltra no trabalho que te consome, nas amizades que já não te acrescentam, em situações que você mantém por hábito ou medo de sair.
Com o tempo, essa cegueira vira humilhação silenciosa. Você se vê aceitando menos, esperando mais, se explicando demais. No trabalho, você se sobrecarrega para agradar, espera reconhecimento que não vem, e chama isso de dedicação. Nas amizades, você se adapta, se esforça para caber, para manter conexão, mesmo quando não é recíproco.
Faz concessões que ferem seus princípios e chama isso de maturidade, de paciência, de compromisso. O apego te ensina a se colocar em posições que você nunca escolheu conscientemente — e, ainda assim, você permanece.
E é aí que ele acaba com você aos poucos. Não de forma explosiva, mas contínua. Ele drena sua energia, sua autoestima, sua clareza. Você continua presente, mas cada vez menos inteira. Até que um dia percebe que não foi a perda que te destruiu — foi a permanência. Porque enquanto o apego gritava, você foi se apagando para continuar, se traindo em trabalho, amizades e relacionamentos, apenas para não encarar a própria escolha de ir embora.

Eu sempre fui uma presa fácil para o apego. Sou apegada ao passado, romântica incurável, dessas que acreditam em sentido, em história, em continuidade. Tenho dificuldade em soltar pessoas, fases, versões de mim. Já até escrevi sobre não deixar ir, sobre segurar o que vale a pena, insistir no que é verdadeiro — e sigo acreditando nisso. O problema é que o apego sabe usar exatamente essas crenças contra mim.
Ele aparece no trabalho que já não faz sentido, mas que carrega anos de esforço, expectativa e identidade. Surge nas amizades que já não acompanham quem eu me tornei, mas que um dia significaram tudo. E também nos relacionamentos onde a troca acabou, mas a memória ainda pesa. O apego não diferencia o que ainda é vivo do que apenas foi importante um dia.
Mas com o tempo, eu entendi que valor não é tempo investido, nem intensidade passada. Permanecer não é sempre sinal de maturidade, assim como sair não é sempre desistência.
Algumas coisas não acabam porque você errou, mas porque já cumpriram seu papel. E insistir nelas não honra a história — só impede que novas versões suas, e novas histórias lindas tenham espaço para existir.
Eu sei que o apego já falou no seu ouvido também. Talvez não uma vez só. Talvez tenha gritado. Ele aparece quando você está cansado demais para decidir, confuso demais para confiar em si, emocionalmente envolvido demais para enxergar com clareza. Ele se apresenta como cuidado, como persistência, como força. Mas, na prática, ele só te empurra para continuar onde você já não cresce.
É como se o apego chamasse o ego para a conversa. Um reforça o outro. O apego diz que você não pode ir embora agora, que ainda existe algo a ser salvo, que sair seria abandono. O ego responde que você não pode perder, que não pode ser deixada, que não pode aceitar que isso não foi suficiente. Juntos, eles constroem uma narrativa convincente: ficar vira dignidade, insistir vira força, aguentar vira prova de valor.
E enquanto essa conversa acontece dentro da sua cabeça, a sua intuição — que não grita, não negocia, não dramatiza — fica em segundo plano, esperando você lembrar dela.
A sua boa conselheira é a intuição. Ela não grita, não pressiona, não entra em disputa com o ego. Ela não precisa te convencer de nada. A intuição fala baixo, mas fala claro. Ela não te promete conforto imediato, nem te protege do vazio — ela só te mostra a verdade. E quase sempre, quando você olha com honestidade, você já sabia.
Mas, chega um momento em que você percebe que o grito do apego não vale mais nada. Que ele te empurra para onde você já não pertence, que ele distorce seu julgamento, que ele usa o ego para manter você parada. E é nesse silêncio que você encontra clareza. A intuição não precisa competir, não precisa implorar, não precisa provar nada. Ela só existe, firme, mostrando o caminho que respeita você por inteiro. É ela que finalmente te deixa respirar, escolher, e seguir sem se apagar.
Então, de forma alguma, escute o apego, ele é, definitivamente, um péssimo conselheiro.

paris vive a alta costura!
Estamos no auge da Paris Haute Couture Fashion Week, e a moda está em pleno vapor — não só nas passarelas oficiais, mas também nas ruas, nos olhares das celebridades e nas combinações inesperadas que estão definindo o estilo de 2026. Essa temporada está mostrando que a moda deixou de ser apenas espetáculo: ela virou expressão pessoal e arte viva, respirando no cotidiano de quem ama estilo e criatividade.
Chanel estreia nova alta‑costura cheia de fantasia
O novo diretor criativo de Chanel, Matthieu Blazy, apresentou sua primeira coleção de alta‑costura Primavera‑Verão 2026 no Grand Palais em Paris, transformando a passarela em um cenário de floresta encantada com cogumelos gigantes e árvores rosadas. A coleção brincou com tecidos leves, transparências, texturas delicadas e simbolismos pessoais nas peças, criando uma sensação onírica que foi celebrada tanto pelo público quanto pelas celebridades presentes na primeira fila.
Valentino presta homenagem ao fundador
O desfile de Valentino Spring/Summer 2026 haute couture foi o primeiro da maison após a morte do lendário designer Valentino Garavani. Assinado por Alessandro Michele, o show trouxe uma leitura teatral e simbólica — com referências ao amor de Garavani pelo cinema clássico — e uma celebração discreta, porém emocionante, da herança criativa deixada pelo estilista que marcou décadas de história da haute‑costure.
Mais preto e estilos ousados dominando os looks
Um dos tópicos mais comentados no street style desta Paris Fashion Week é a quantidade de looks pretos sofisticados e estilos ousados que chamaram atenção — reforçando que, mesmo em alta‑costura, o preto continua sendo uma assinatura de elegância intensa e expressiva.
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Nesta semana de moda, fica claro que estilo é mais do que roupa: é presença, intenção e voz. Entre street style que dita tendências e front rows cheios de personalidade, a moda de 2026 está mais humana, mais conectada e mais inspiradora do que nunca — nos lembrando que vestir bem é uma forma de se expressar e se afirmar no mundo.

verão 🤞☀️ e festas com estilo
O verão ainda está aí e eu não consigo deixar de pensar nos looks que fizeram toda a diferença nas minhas festas de fim de ano. Entre peças leves, cores vibrantes e aquela vibe praiana que sempre amo, selecionei três lojas que usei e que super recomendo:
1. Squat Beachwear
Perfeita para quem ama biquínis e maiôs com design moderno e confortável. Os detalhes e cortes fazem qualquer look de praia ou piscina ficar chic, sem perder a praticidade que a gente precisa no verão.
2. Koji Store
Aqui só tem vestidos, mas são todos aqueles que eu amo: leves, versáteis e com aquela energia de verão. Ideais para festas ao ar livre ou dias quentes, combinam simplicidade com personalidade e deixam qualquer look fresquinho e elegante.
3. Nammos
Agora com biquínis incríveis, mas mantendo os looks leves praianos que eu já amava. Perfeito para quem quer continuar a vibe de verão em qualquer ocasião: praia, piscina ou festa ao ar livre.
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Essas lojas me ajudaram a transformar parte do meu verão em momentos de estilo, conforto e leveza — e eu sei que podem fazer o mesmo por você.

Algumas leituras nos lembram que apego nem sempre é amigo — e que aprender a viver com clareza é um exercício diário. E é exatamente isso que aconteceu quando eu finalmente li
A guide to the good life, de William B. Irvine
Vou ser honesta: é um livro difícil de ler. Não é daquelas leituras leves ou distraídas — ele exige atenção, reflexão e vontade de aplicar na vida. Mas é justamente isso que faz ele tão transformador. Eu estou completamente apaixonada pelo estoicismo, e este livro me ensinou princípios que realmente funcionam na prática, coisas que você pode aplicar no dia a dia, não só teorias bonitas.
Um amigo meu de San Francisco disse que eu precisava ler, que ia acrescentar muito à minha vida, e me mandou o livro de lá.
No final do ano passado, eu finalmente decidi abrir o livro. Estava precisando de algo para me concentrar, para me organizar mentalmente, para enxergar minhas escolhas com mais clareza — e o livro foi literalmente uma lavagem cerebral.
Cada capítulo me mostrava como nossos apegos e expectativas exageradas nos fazem sofrer, e como a vida pode ser mais leve quando aprendemos a focar no que realmente está sob nosso controle.
Um dos ensinamentos que mais me marcou foi sobre a importância de distinguir o que merece nossa preocupação e energia do que é irrelevante — e como insistir em coisas que não podemos controlar é desperdiçar tempo e energia que poderiam ser investidos no que realmente importa.
“It is not things themselves that disturb us, but our opinions about them.”
Ele ensina a visualização negativa: imaginar a perda de coisas ou pessoas para valorizar o que temos e reduzir o sofrimento se algo não sair como planejado. Outro ensinamento é a prática do desapego racional, que não significa se tornar frio, mas entender quando insistir é inútil ou prejudicial.
O livro também fala sobre gerenciar emoções, mostrando que raiva, frustração e ansiedade não precisam controlar nossas decisões. Irvine reforça que, muitas vezes, nossos apegos exagerados são fruto de expectativas irreais, e que a liberdade emocional vem de focar no presente e no que podemos influenciar. Ele ensina como viver de forma consciente, escolher bem onde investir tempo e energia, e perceber que a felicidade não depende de eventos externos, mas da forma como reagimos a eles.

Depois de ler, eu percebi que apego e desejo não precisam ser inimigos, mas que precisamos saber quando eles estão nos prendendo de forma irracional. O estoicismo, como Irvine mostra, não é apenas filosofia para pensar — é filosofia para viver, para escolher com consciência, para deixar ir o que nos prejudica e valorizar o que nos fortalece. E eu posso dizer: fez uma diferença enorme na minha forma de olhar a vida, os relacionamentos e até as minhas próprias decisões diárias.

se não tivesse essa parte, não seria eu.
on screen: Marty Supreme 🏓
Nada a ver com apego mas eu não podia deixar de indicar esse. Algumas pessoas até me perguntaram “gente, mas o que é esse Marty Supreme que tá em todas as blusas e camisetas?” — e a verdade é que, além de ser um dos filmes mais comentados da temporada, ele tem sido onipresente nas conversas sobre cinema neste início de ano. Marty Supreme é um filme de 2025 dirigido por Josh Safdie que mistura comédia, drama e um ritmo quase caótico sobre a vida de Marty Mauser, um jogador de tênis de mesa em Nova York nos anos 1950, interpretado por Timothée Chalamet, e está entre os principais nomes cotados para o Oscar 2026, com nove indicações, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Chalamet.
A crítica tem sido majoritariamente positiva — o filme tem cerca de 95 % de aprovação no Rotten Tomatoes e muitos críticos elogiam tanto o roteiro quanto a energia da direção e a performance de Timothée, frequentemente chamada de uma das melhores da carreira dele. O ritmo pode ser cansativo em certos momentos — são cerca de duas horas e meia de narrativa intensa, com escolhas estilísticas ousadas e cenas que parecem nunca desacelerar — mas isso faz parte do charme do filme e é justamente o que deixa todo mundo falando dele depois que os créditos sobem.

A atuação de Timothée é um dos elementos mais elogiados: ele traz ao personagem uma energia singular, imprevisível e magnética, capaz de prender a atenção mesmo quando a história parece imprevisível. Muitos falaram que essa performance pode ser a que finalmente lhe rende o primeiro Oscar de Melhor Ator neste ano. E, sim, o marketing por trás de Marty Supreme tem sido enorme — parte da popularidade atual vem justamente dessa presença visual forte nas redes, nas camisetas e nas discussões online, fazendo com que mesmo quem não viu o filme fique curioso para entender do que se trata.
Eu já fiz uma visão mais crítica do filme no Letterboxd — quem quiser conferir, meu usuário lá é nathaliamourac — porque Marty Supreme é daqueles filmes que merece ser pensado não só como entretenimento, mas também como objeto de discussão cinematográfica: ele mistura estilo, humor, humor ácido e uma sensibilidade quase frenética que fica na cabeça depois.

o Réveillon de Arcanjos✨⭐️🌜🤩
Vou aproveitar a oportunidade de escrever aqui pra deixar essa super TIP pra vocês: o Réveillon em Arcanjos — em Barra de São Miguel, pertinho de Maceió, em Alagoas — foi simplesmente inesquecível. E olha que eu nunca fui muito fã de Réveillon. Nunca entendi a tal magia que todo mundo falava; já passei por vários lugares, inclusive no Nordeste, e nada me conquistava… até agora.
Não passei nenhum perrengue: tudo funcionou perfeitamente. A praia é maravilhosa, o clima é leve e acolhedor, e as paisagens de tirar o fôlego completa a experiência. Além de tudo: só gente bonita, alto astral, aquela energia boa que contagia. O atendimento nas festas foi impecável, a comida deliciosa, as bebidas perfeitas, o bar bem estruturado, e até os banheiros, que em festas quase sempre são um problema, estavam limpos e organizados — sério, cada detalhe contou.
E olha, eu não bebo álcool, então realmente julgo as coisas como elas são, sem estar influenciada pelo efeito da bebida que faz todo mundo se divertir. Mesmo assim, me diverti pra caramba. A energia, a música, o clima, os encontros com pessoas novas… tudo foi realmente incrível.
O ambiente durante o dia é leve, tranquilo e ao mesmo tempo vibrante, perfeito pra curtir, conversar e fazer novas amizades. Os amigos que fiz lá, as risadas, a energia… tudo isso transformou o meu Réveillon em uma experiência única, inesquecível e absolutamente prazerosa! Muito feliz de ter começado o ano assim. Eu estava precisando!
Enfim, era só pra deixar registrado aqui que estou usando este canal de comunicação para marcar esse momento. Foi tudo perfeito, sem exageros, e pretendo voltar no próximo ano. Se vocês tiverem oportunidade, não deixem de conhecer Arcanjos — vale cada segundo. 💫


início de ano 🙂
Fim de um ciclo intuitivo / início da ação consciente
Netuno deixa Peixes e entra em Áries — isso simboliza um movimento de sair de um período de confusão ou idealização e entrar em uma fase em que a intuição começa a ser trabalhada com ação. Ao invés de sonhar demais, essa energia pede que você traga seus sonhos para o mundo com coragem e iniciativa.Transformações profundas e sem volta
A forte conjunção de Marte e Plutão indica que velhas maneiras de agir, trabalhar e pensar estão sendo expostas à luz da consciência — e podem estar pedindo que você deixe aquilo que já não te serve cair por terra.Foco, estrutura e crescimento pessoal
Com Marte em uma posição favorável ao desenvolvimento de habilidades e foco, é um período ideal para iniciar algo novo com determinação, aprender com intensidade ou assumir papéis que exigem liderança e responsabilidade.
Dica astrológica✨🧚🏼 Faça uma pausa para ouvir sua intuição e observar onde você tem insistido em padrões que já não te fortalecem — o céu está pedindo que você seja mais consciente nas suas escolhas, use sua energia com foco e permita que aquilo que já cumpriu seu ciclo se dissolva com naturalidade.

“Welcome back to yourself.
The grip is gone,
the noise is quiet,
and your heart finally breathes.”

Eu uso o Instagram do My notes como daily para garotas.
hi, i’m the girl :)que já viveu muitas versões de si. Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente. Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também. ♡ |






