is it lucky or destiny?

choose your truth 🥠

Não sei vocês, mas eu tenho uma relação meio curiosa com essa coisa de sorte e destino. Às vezes parece tudo tão aleatório. Outras vezes, encaixa de um jeito que só pode ser combinado lá de cima. E aí eu fico: foi sorte? Foi escrito? Ou só a vida brincando de me surpreender?

Enfim. Enquanto eu tento entender, vamos de mais uma edição.

Nathália

Às vezes, no silêncio das nossas reflexões, surge aquela pergunta que parece simples, mas que reverbera como um eco profundo dentro da gente: será que a vida é feita de sorte, acaso, ou destino? Ou seria uma combinação dos três, entrelaçados de formas que a mente humana ainda não consegue compreender por completo?

A sorte é um fenômeno que parece fugir à nossa compreensão lógica — um lampejo inesperado, um sopro de bênção que chega quando menos esperamos. É a mão invisível que nos empurra para frente, a coincidência que transforma uma situação qualquer em algo mágico, a chance fugaz que muda o rumo da nossa história sem que saibamos explicar como ou por quê. A sorte é a minha preferida. Eu me considero uma pessoa sortuda. Ela me alcança trazendo coisas inesperadamente perfeitas, como se o universo, por um breve instante, decidisse nos presentear com algo que só podia ser chamado de milagre.

Mas será que essa sorte nos alcança porque a atraímos, porque estamos abertos a enxergar e a abraçar essas oportunidades? Ou será que aquilo precisava acontecer, como se estivesse escrito nas linhas invisíveis do tempo? Estava escrito? Destino.

O destino é diferente. É a história que já está escrita em algum lugar além do tempo e do espaço. É o roteiro que não podemos escapar, a rota traçada por mãos invisíveis, por forças maiores que a nossa vontade. Para quem acredita no destino, não há coincidência, não há sorte, não há acaso — tudo acontece porque tinha que acontecer, porque foi decidido antes mesmo da gente nascer. Essa ideia traz um conforto profundo, a sensação de que mesmo quando tudo parece incerto, há um plano, uma ordem que guia o nosso caminho.

Eu me pego olhando para momentos da minha vida em que tudo parecia tão alinhado, como se as peças do quebra-cabeça simplesmente se encaixassem sem esforço. Aqueles encontros que mudaram o curso inteiro dos meus dias, as decisões que pareceram simples, mas que levaram a jornadas inteiras. Pessoas que conheci que só parecia… certo. Pequenas decisões que levaram a decisões enormes. E me pergunto: será que isso foi sorte? Ou será que o destino já tinha preparado aquele caminho para mim, antes mesmo de eu saber que precisava seguir por ele?

É impossível não pensar nos momentos em que algo parecia simplesmente perfeito demais para ser casual. Quando a oportunidade aparece e, num instante, a vida se abre diante dos nossos olhos, nos convidando a entrar. Mas aí mora o ponto fundamental: como reagimos a essa chance? Aproveitar o que a vida nos dá — seja sorte ou destino — é um ato de coragem. É decidir dizer sim, confiar no desconhecido e se entregar ao fluxo da vida. Porque as oportunidades raramente voltam; elas são fugazes, delicadas. E quem não as abraça, muitas vezes fica olhando para trás, imaginando o que poderia ter sido.

Às vezes, gosto de pensar que a sorte é o sopro de magia que nos presenteia com possibilidades. É o universo brincando de nos surpreender, de nos tirar do comum. Já o destino é a mão firme que guia, aquele sentimento de que: isso estava escrito pra acontecer no meu caminho.

Mas, e se a sorte for a porta e o destino o corredor pelo qual passamos? A sorte nos abre a oportunidade, o acaso nos surpreende no caminho, e o destino espera silencioso para nos levar ao que realmente importa.

Eu acredito que existe uma dança entre os dois — entre a liberdade de escolher e a certeza de que algumas coisas simplesmente acontecem. A beleza está nesse equilíbrio tênue. Porque, se tudo fosse destino, talvez não houvesse espaço para o inesperado, para o milagre do acaso. E se tudo fosse sorte, ficaríamos perdidos no meio do caos, sem a sensação reconfortante de que há um significado maior.

O que me fascina é que, no meio dessa dúvida eterna, a gente ainda pode escolher como viver. Podemos agradecer as coincidências, abraçar as chances e, ao mesmo tempo, confiar que certas coisas estavam mesmo destinadas a acontecer — mesmo sem saber exatamente por quê.

Eu não tenho a resposta definitiva. Talvez nem exista. Mas o que sei é que, em alguns momentos, a sorte parece me tocar no momento certo, trazendo a sensação de que o universo conspirou a meu favor. E em outros, o destino me mostra que certos encontros e decisões não foram meras casualidades — foram o chamado para algo maior, para o que eu precisava aprender, sentir e viver.

E nesses momentos, quando reconhecemos a beleza da oportunidade, quando deixamos o medo de lado e nos entregamos, algo dentro da gente se transforma. Surge uma sensação de plenitude, um entendimento sutil de que estávamos prontos para aquilo, mesmo sem perceber. Que, talvez, o universo sabia mais do que nós.

E então, eu te convido a olhar para sua própria vida. A pensar naquelas vezes em que a sorte bateu à sua porta, nas chances que surgiram inesperadamente, nos encontros que mudaram tudo. Pergunte a si mesmo: foi sorte, destino, ou a incrível combinação dos dois? E mais importante: você aproveitou? Você se permitiu ser levado pela mágica que existe entre o acaso e o certo?

Entre sorte e destino, o que mais importa é a forma como a gente acolhe o que chega. Porque, no final, somos nós que damos sentido a tudo. Somos nós que escolhemos acreditar, agir, confiar.

E talvez essa seja a mágica mais bonita: não precisar saber se foi sorte ou destino. Apenas sentir que, naquele instante, tudo fez sentido. Que aquela oportunidade era para ser vivida — que aquele momento era, de fato, nosso.

fechamento fashion de junho

  •  SKIMS & Roberto Cavalli — verão maximalista
    Kim Kardashian e Roberto Cavalli se unem numa collab vibrante de swimwear marcada por animal prints poderosos, kaftans esvoaçantes e maiôs que celebram a diversidade de corpos. Campanha estrelada por Kim e Kris Jenner — um match entre a opulência italiana e a pegada moderna da SKIMS. Lançamento: 27 de junho.
    → Leia na  People

Paris fechou mais uma edição da sua icônica Fashion Week masculina, e o que vimos foi uma mistura poderosa de herança, inovação e cultura global. Aqui estão os destaques mais emblemáticos:

  • Louis Vuitton por Pharrell — viagem cultural à Índia
    Pharrell Williams apresentou sua coleção masculina primavera/verão 2026 ontem no Centre Pompidou, em Paris. Com inspiração indiana — palmeiras, elefantes e bordados luxuosos — o desfile trouxe peças como calças plissadas, coletes e jaquetas trabalhadas, tudo embalado por orquestra e coral. Beyoncé e Jay-Z na plateia deram o tom.
    → Confira na  Reuters 

  • Saint Laurent — escapismo estilo Fire Island
    Anthony Vaccarello abriu a Paris Men’s Fashion Week com uma coleção SS26 inspirada no clima livre de Fire Island. A alfaiataria se encontra com beachwear: bermudas amplas, camisas de seda, tons pastel, ombros estruturados e óculos icônicos. Um convite visual para o relaxamento sofisticado.
    → Leia na The Guardian 

Em um panorama geral:

  • O formato híbrido (runway + showrooms e apresentações) garantiu cerca de 40 shows e 30 apresentações em apenas cinco dias.

  • Estiveram em alta: moda gender-fluid, alfaiataria reinventada e celebração de referências culturais — um retrato da moda como plataforma global de expressão.

  • Entre os nomes-chave: também desfilaram Dior Homme (Jonathan Anderson), Kenzo, Willy Chavarria e Jacquemus, mostrando força e diversidade no line-up masculino.  

Em poucas palavras: Paris reafirma seu papel como força criativa na moda: tradição encontra inovação; cultura se encontra com passarela; e o masculino ressignifica identidade com elegância e propósito.

spotlight: alo yoga desembarcou no Brasil 🇧🇷 

Sim, agora é real oficial: a Alo Yoga — marca californiana que a gente via só no feed das celebs — chegou no Brasil. E chegou com tudo.

  • A primeira loja abriu em São Paulo, no JK Iguatemi, e tá linda: aquele mix de activewear minimalista, tecido molinho (hello Alosoft!), acessórios e o clima wellness-chic que é a cara da marca.

  • Pouco depois, foi a vez de Belo Horizonte, com uma nova unidade no DiamondMall. E spoiler: tem mais vindo por aí — a marca já confirmou a próxima abertura no Iguatemi Faria Lima (SP) ainda esse ano.

Ah! E o e‑commerce brasileiro já tá no ar, pra ninguém ficar de fora.

✨ Por que vale o hype? Porque a Alo sempre foi mais que roupa de yoga: é conforto com cara de look, é lifestyle de bem-estar sem esforço. É aquela roupa que te deixa pronta pra aula, pro brunch e pra vida. É uma roupa de academia arrumada. Literalmente, você coloca e se sente pronta.

E não é só a moda que importa! Enquanto as roupas vestem o corpo, os livros vestem a mente — e nada melhor do que começar o mês com páginas que despertam, inspiram e provocam.

a minha dica é: One Day by David Nicholls

“You can live your whole life not realizing that what you’re looking for is right in front of you.”

Emma e Dexter se conhecem na formatura, em 1988. A partir daí, acompanhamos o que acontece com eles, ano após ano, sempre no mesmo dia: 15 de julho. Às vezes juntos, às vezes não. Entre encontros, afastamentos, escolhas e reviravoltas, o livro brinca com o que chamamos de destino — e como a vida vai costurando as relações mesmo quando a gente não percebe.

One Day é aquele romance que faz rir, chorar e pensar em todas as pequenas decisões que moldam nossos caminhos. É sobre o tempo, o amor e aquela pergunta clássica: “E se?”. Sorte? Destino? Ou simplesmente a vida sendo vida.

Tem filme e série dele também, mas antes do livro é da série, eu li o livro <3

se não tivesse essa parte, não seria eu.

on screen: verão & destino

Não sei você, mas sou obcecada por séries de verão. À primeira vista, parece só mais uma história de férias perfeitas. Uma ilha particular. Uma família ricay. Quatro amigos inseparáveis. Sol, romance, liberdade.

Mas em We Were Liars, cada sorriso esconde alguma coisa. E o que começa como um verão mágico vira um enigma sufocante. Por que Cadence não lembra o que aconteceu?O que realmente houve naquela noite? O que a família está escondendo?

Quanto mais a história avança, mais a linha entre amor, culpa e destino vai se embaralhando — até o ponto em que você percebe que tudo o que achava que sabia… estava errado.

We Were Liars não é só sobre mentiras. É sobre o peso das escolhas. Sobre até onde as pessoas vão pra manter as aparências. E sobre o momento em que o destino vira, e não tem mais como voltar.

Tem um boy gato, óbvio, e personagens suuuper cativantes. Eu amei. E chorei.

o poder da música 🎵

Se tem uma coisa concreta, simples e poderosa: música muda humor. Na hora.

A ciência explica fácil:

  • ativa o sistema de recompensa no cérebro

  • libera dopamina

  • reduz cortisol

  • cria picos rápidos de prazer e motivação

Mas tem um detalhe que vai além: música não só ajusta o humor no presente, como também alinha a mente pro que você quer viver. Chamam de manifesting mood.

Quer se sentir mais confiante? Escuta aquela música que você colocaria antes de um date. Quer atrair leveza? Bota um pop chiclete vergonhoso e dança na sala. Quer abrir espaço pro acaso agir? Escolhe uma playlist que te dá a sensação de “tudo pode acontecer hoje”.

A música funciona quase como um portal: você entra no estado emocional de onde as coisas começam a fluir. E às vezes, é só isso que o destino estava esperando.

Desafio concreto, crie 3 playlists pessoais:

  • “humor instantâneo” (músicas animadas, com memórias afetivas boas, que lembram sua infância ou filmes que você gosta)

  • “energia de confiança” (as que te fazem andar diferente na rua)

  • “manifestação de sorte” (as que te colocam no clima de vai dar certo)

E usa quando precisar que o dia mude de direção.

o que o destino (ou sorte) vai trazer pra você essa semana🧚🏼

Adoro quando acontecem coincidências, o tema aqui é sorte e destino e coincidentemente (ou não): a semana tá cheia de encontros astrais que podem, sim, mexer com os rumos (e com aquela sensação de “será que o destino tá me testando?”).

Começamos com um dos alinhamentos mais raros do ano: Sol em conjunção com Júpiter em Câncer (24/6). É tipo um mini portal de sorte, expansão e oportunidade — especialmente pra quem tiver coragem de abrir o coração. Pode aparecer um convite inesperado, uma conversa que vai mudar o clima ou até uma chance nova no trabalho. Se vier: não duvida.

Logo depois, dia 25/6, temos a Lua Nova em Câncer. Sabe aquela vontade de reorganizar a vida emocional? A casa? As relações? É agora. Bom momento pra criar novas rotinas de autocuidado, fortalecer laços e plantar intenções que tenham a ver com segurança e pertencimento.

Na sequência, dia 26/6, Mercúrio entra em Leão e a comunicação ganha brilho. Tá valendo falar dos seus projetos, se expor um pouco mais, dar aquele passo pra ser vista — mas sem drama: com segurança e verdade.

Lá pro fim da semana (27 a 29/6), tem um certo clima de tensão no ar, com aspectos de Plutão e Netuno bagunçando um pouco as emoções e as conversas. Pode rolar mal-entendido, nostalgia, aquela confusãozinha básica de sentimentos. Respira, revisa antes de tomar decisões grandes e deixa o tempo trabalhar a seu favor.

Resumo?

Semana de sorte real (se você se abrir pra ela), de recomeços sinceros e de coragem pra falar o que sente. Só não esquece de ouvir o outro também.

maybe it’s not about luck. maybe it’s not about destiny. maybe it’s just about now.

the random message. the delayed train. the stranger’s smile you almost missed. the tiny decision that didn’t feel important — until it was.

we dream about signs. we wait for clarity. we try to guess what the universe wants from us. but maybe it doesn’t want anything.

maybe it’s already giving. right here. in this quiet, imperfect, unfinished moment.

you are not late. you are not lost. you are exactly where all your little choices brought you.

and maybe that’s not fate. maybe that’s just you — being brave without even noticing.

so breathe.

stay.

look around.

this might be the part you’ll call magic someday.”

Eu uso o Instagram do My notes como daily também para garotas.

hi, i’m the girl :)

que já viveu muitas versões de si.

Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente.

Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também.