it’s all about love

the most beautiful feeling in the world

Ahhhh o amor. Eu amo o amor. Amo falar sobre ele, ler sobre ele, assistir filmes, falar sobre ele. Para mim, o amor é o sentimento mais lindo e profundo do mundo — não só pelo que ele representa, mas por tudo que ele transforma, e nos faz SENTIR.

O amor está em tantas coisas. No seu namorado(a), na sua família, nos seus amigos, no seu cachorro, no cuidado consigo mesmo, na sua casa, naquela cidade especial, nos seus hobbies, nas suas memórias. Em você. O amor está aí, pra ser vivido.

Mas amar, de verdade, não é algo simples ou fácil. Muitas vezes o amor encontra algumas barreiras da vida — os medos que nos impedem de confiar, as feridas que ainda doem, as inseguranças que nos fazem duvidar do que sentimos, e a pressa do mundo que parece não dar espaço para a calma e o silêncio necessários para o amor florescer. Amar é um ato de coragem, e paciência — principalmente consigo mesmo.

Eu amo entender o amor, porque ele nunca é óbvio ou linear. Ele é uma mistura de gestos silenciosos e palavras que ficam guardadas, de toques que acalmam e olhares que dizem mais do que qualquer coisa. O amor não é o que se mostra nas redes sociais, mas sim aquilo que acontece no invisível: no abraço apertado que diz “eu estou aqui”, no beijo que traz promessas silenciosas, no toque das mãos que confirma que ali é seguro e verdadeiro.

Amar é sentir que, mesmo no meio da confusão do mundo, há um lugar onde podemos ser inteiros e autênticos. O amor é isso: é a sensação de voltar para casa — e às vezes essa casa não é um lugar, mas uma pessoa, uma conexão, um momento, uma coisa.

Por tudo isso, nesta edição especial de dia dos namorados resolvi falar sobre o amor. Espero que vocês amem essa edição tanto quanto eu amei prepará-la.

With Love, Nathália

a ilusão da abundância: por que as redes sociais sabotaram o amor

Casamentos que terminam antes do segundo ano, relações que começam e acabam como episódios de série, a traição que virou quase uma regra não dita... Aonde foi parar o amor? Por que ele parece um sentimento descartável, substituível ou até, inexistente? Essas perguntas parecem urgentes e vazias ao mesmo tempo. O que se espera do amor?

Casar, em tempos passados, era uma conquista. Não era algo que acontecia do dia para a noite, nem uma decisão tomada por impulso, desespero ou pela primeira vontade que surgisse. O amor daquela época era um terreno árduo. Minha avó, por exemplo, vivenciou um tipo de romance que hoje parece quase impossível. Ela recebia cartas — cartas escritas à mão — flores, bilhetes guardados como pequenos tesouros. Meu avô não apenas demonstrava interesse, ele investia tempo e emoção. Ele chegou a escrever uma carta aos pais dela, pedindo formalmente seu namoro.

Ela era desejada, conquistada, não apenas porque ele queria, mas porque ele se esforçava para isso, ele queria se esforçar. O amor exigia paciência, insistência, cuidado — e acima de tudo, respeito. Nada vinha fácil, nada era instantâneo, e muito menos descartável. O esforço se transformava em sentimento real, a espera em intensidade, o compromisso em algo que valia a pena. Ambos com uma vontade real de se aprofundar, se conhecer e transformar tudo em amor.

Hoje, o que vemos é o contrário. A lógica do “sempre tem alguém melhor” nos bombardeia o tempo todo! Antes, eles não tinham acesso à um milhão de opções e pessoas perfeitas, perto, ou do outro lado do mundo. Eles não viam vidas perfeitas e potenciais incríveis o tempo inteiro no celular. Amar virou uma escolha tão líquida quanto os relacionamentos efêmeros que se multiplicam na internet. Você escolhe alguém por impulso porque achou bonita(o) no Instagram, conhece de forma rasa, e… “Será que aquela outra não é mais interessante que essa? Ela parece ser bem mais…”. Algumas vezes, até duram algumas saídas a mais, mas em 90% das vezes, esse pensamento vai e vêm e em algum momento, você se perde em um ciclo vicioso porque nada nem ninguém nunca vai ser o suficiente.

E não falo apenas da vida dos solteiros. A grama do vizinho é constantemente mais verde nessa geração — mesmo dentro de relacionamentos. Casais se formam e se desfazem com uma facilidade assustadora. Volta e meia, ouço histórias de traições, términos impulsivos, promessas quebradas. Amar virou um gesto impaciente, condicionado pela ideia de que, se não estiver perfeito, se não estiver fácil, então não vale a pena. Como se o amor tivesse que vir pronto, como um produto ideal. E se não for ideal… a gente troca. Troca até depois de anos. Porque “viu alguém mais interessante”.

As redes sociais criaram uma ilusão perigosa: a da abundância infinita. Pessoas, conversas, corpos, afetos. Está tudo disponível, o tempo todo. E quando tudo está ao alcance de um clique, nada parece precioso. A mente humana, naturalmente curiosa, passa a operar em modo catálogo. Swipe. Curte. Puxa assunto. Flerta. Se não funcionar, paciência — tem mais. Essa sensação de que sempre tem mais desvaloriza o que está diante de nós. Em vez de construir algo, preferimos esperar algo já pronto. Em vez de insistir, preferimos desistir. Em vez de aprofundar, pulamos para a próxima notificação.

Mas o amor real… ele não grita. Ele não se exibe. Não precisa provar nada pra ninguém. O amor verdadeiro não se encontra por acaso, ele se constrói, pouco a pouco. E só floresce quando duas pessoas escolhem ficar. Escolhem insistir. Como foi com meu avô e minha avó. Eles ficaram, ele se esforçou, mesmo quando ela não era mais uma ilusão perfeita. Porque nada é perfeito — embora a internet insista em fazer parecer que deveria ser.

Hoje, trair virou normal. Desgostar também. Mas… será que isso tudo já foi amor um dia? Ou é só reflexo de uma cultura que não ensina mais o valor da luta, da paciência, da construção diária?

Não estou dizendo que você deve aceitar menos do que merece, nem forçar relações que claramente não fazem mais sentido. Mas talvez o que eu esteja dizendo é o contrário disso: se você teve uma conexão real, se os dois sentiram alguma coisa, então vale pagar pra ver. Vale tentar. E se não der certo, tudo bem. Mas que não seja porque você sumiu ou trocou por alguém que parecia “melhor” no Instagram. Que não seja porque caiu na armadilha de buscar uma perfeição que só existe dentro da tela.

A verdade é que não faltam pessoas. Faltam profundidade, paciência e intenção. Faltam olhos que enxerguem além da estética, além do feed, além do “match perfeito”. Faltam mãos dispostas a segurar. E talvez… talvez o amor ainda exista. Talvez ele esteja escondido nas entrelinhas, esperando alguém escolher não o caminho mais fácil, mas o mais verdadeiro.

Talvez ele ainda esteja nas cartas da minha avó. Ou no esforço que o meu avô fez. Talvez ele esteja dentro de você — esperando um encontro que não seja só de corpos.

E se tudo for passageiro, que o amor seja a exceção. ❤️

o amor… pela moda!

Às vezes, o amor não vem em forma de pessoa — mas de ideia, de criação, de estética. Às vezes, o amor é por algo que faz o coração bater mais forte sem precisar de explicação. Aqui, ele se veste de moda. 💌

Notícias que mostram o que move o mundo fashion — de revoluções criativas ao impacto da cultura pop:

  • O impacto de Beyoncé na moda western

    Com a turnê Cowboy Carter no Reino Unido, Beyoncé gerou um boom na moda western:

  • Busca por jaquetas de cowboy subiu +600%

  • Chapéus +85%

  • Botas +53%
    Esse efeito “country pop” já virou tendência forte também nas redes sociais.
     Leia na The Guardian

  • A primeira Birkin original da Jane Birkin vai a leilão

    A lendária Hermès Birkin original, customizada para Jane Birkin em 1984, será leiloada pela Sotheby’s em Paris, no evento Fashion Icons, entre 26 de junho e 10 de julho. Este protótipo raríssimo, usado por Birkin e marcado com suas iniciais “J.B.”, estará em exibição em Nova York até 12 de junho antes de seguir para Paris. Mais do que uma bolsa, trata-se de um ícone da história da moda — único, histórico e irreproduzível. Você pode conferir os detalhes e curiosidades sobre essa peça no próprio leilão.

    Veja na Vogue

  • França aprova lei contra ultra fast fashion

    O Senado francês deu um passo histórico ao aprovar uma legislação que penaliza marcas de ultra fast-fashion, como Shein e Temu. As multas podem chegar a €10 por item, com foco em sustentabilidade e redução de danos ambientais causados pelo consumo acelerado.
     Confira na Reuters

step into love

Fiquei apaixonada pela nova campanha da Corello, criada para o Dia dos Namorados, que não fala só de sapatos — fala de intensidade. Com o título “Step Into Love”, ela traduz o desejo em formas: laços que não são frágeis, saltos que sustentam, cores que não hesitam.

A estética é forte e feminina: tons de vermelho, prateado e preto conduzem a narrativa junto a materiais como couro, verniz e animal print. A presença dos metais — studs, fivelas e correntes — marca cada peça com energia e confiança.

E claro, os meus preferidos:

Mais do que uma coleção, é uma declaração: o amor também pode ser afiado, marcante e cheio de presença.

Como o tema dessa edição é amor, nada melhor do que indicar meus três romances preferidos da minha autora favorita: Colleen Hoover. Essas histórias são intensas, emocionantes e cheias daquelas frases que ficam na cabeça — perfeitas pra quem quer sentir alguma coisa.

November 9, It Ends with Us & Ugly Love by Colleen Hoover.

  • November, 9

    Eles se encontram uma vez por ano, todo dia 9 de novembro. Não importa onde estejam, o que estejam vivendo ou quem tenham se tornado — esse dia é sempre deles. Nesse encontro único, eles carregam todas as dúvidas, medos e esperanças acumuladas ao longo do ano. O que parecia impossível é vivido com a força de quem sabe que algumas conexões ultrapassam o comum — e que o amor, mesmo quando complicado, pode ser a única certeza que sobra.

    “Maybe we’re exactly who we were meant to be.”

    Esse livro não é só sobre encontros marcados no calendário, mas sobre como o amor pode não ser uma mera coincidência, e sim um fio invisível que une almas, talvez pra sempre.

  • It Ends with us

    Algumas histórias vão muito além do romance — elas desvendam o que acontece quando o amor se mistura com dor e coragem. It Ends With Us, livro de Colleen Hoover, é muito mais intenso e profundo que o filme que a gente viu.

    Essa é uma narrativa poderosa sobre relacionamentos tóxicos, escolhas difíceis e a força que nasce quando decidimos recomeçar. Lily enfrenta não só um amor complicado, mas o desafio de romper ciclos que machucam e de encontrar sua própria liberdade.

    “Just because someone hurts you doesn’t mean you can simply stop loving them.”

    Esse livro fala com quem já viveu o paradoxo do amor que machuca, mas que ainda prende. Fala com quem sabe que o caminho para a cura passa pelo reencontro consigo mesmo e pela coragem de reescrever a própria história.

  • Ugly Love

    Alguns amores são bagunçados, complicados e longe da perfeição.

    A história acompanha Tate e Miles, que combinam uma única coisa: sem sentimentos, sem promessas — apenas uma conexão física. Mas, conforme tentam manter distância, o passado e emoções que pensavam estar enterradas começam a surgir. É sobre aquele tipo de amor que machuca, confunde, mas também ensina a cicatrizar.
    “It’s not easy to walk away from someone you love, but sometimes you have to.”

    Esse livro captura a dor e a beleza do amor imperfeito — aquele que desafia e faz a gente crescer. Se você quer uma história ao mesmo tempo dolorida e cheia de esperança, essa é a certa.

Colleen Hoover escreve o tipo de amor que não cabe em clichês. É intenso, confuso, real. Já li todos os livros dela — e cada um me marcou de um jeito diferente. Mas esses três ficaram: November 9, It Ends With Us e Ugly Love.

Cada história te puxa pra dentro, como se estivesse vivendo aquilo com os personagens. São tramas com reviravoltas, sentimentos à flor da pele e decisões que doem. Não são só romances — são reflexos de escolhas, traumas e recomeços.

Se você também acredita que o amor vai além do óbvio, esses livros são pra você.

🔗 Tem os 3 no meu tiktok shop!

se não tivesse essa parte, não seria eu.

on screen: he seems perfect... or does he? 👀

Eu sou viciada em rom-coms e filmes de romance que fazem a gente se derreter e romantizar o amor (sim, eles são culpados!). Mas, no fundo, são um conforto para o coração. Perfeitos pra uma sessão de dia dos namorados, com alguém especial, sozinho ou com os amigos!

  • A Cinderella Story (2004)
    "Never let the fear of striking out keep you from playing the game." — Sam Montgomery
    Esse é meu favorito absoluto! Não importa quanto tempo passe, é meu filme conforto. Entre mensagens misteriosas e bailes de escola, o filme fala sobre acreditar nos sonhos e no amor verdadeiro — mesmo quando a vida parece complicada.

  • Valentine’s Day (2010)
    "When you love someone, you love all of them... you gotta love everything about them, not just the good things but the bad things too." — Reed Bennett
    Um dia, várias histórias de amor diferentes — algumas doces, outras complicadas — mostram os altos e baixos do sentimento mais lindo do mundo. Bem temático de dia dos namorados. Além de tudo, o elenco é perfeito.

  • Just My Luck (2006)
    "I was the luckiest girl in New York... until I kissed you." — Ashley Albright
    Imagina ser a pessoa mais sortuda do mundo e do nada virar a mais azarada, depois de beijar um cara. Eu sou viciada nesse filme. Amo tudo, a trilha sonora, ele ser em NYC, Lindsay Lohan e Chris Pine, os momentos fofos, os engraçados, TUDO.

  • She’s All That (1999)
    "Sometimes when you open up to people, you let the bad in with the good." — Laney Boggs
    O clássico dos anos 90 que todo mundo ama: um garoto popular aposta que pode transformar a garota mais “esquisita” da escola na rainha do baile. Clichê PERFEITO.

  • The Notebook (2004)
    "The best love is the kind that awakens the soul and makes us reach for more." — Noah Calhoun
    Esse é para preparar o coração e os lencinhos. Uma história de amor que atravessa o tempo, com desafios, lembranças e aquela vontade de nunca desistir, mesmo quando parece impossível. É sobre o poder do amor verdadeiro e da memória.

  • Life As We Know It (2010)
    "We may not have it all together, but together we have it all." — Holly Berenson
    Quando dois adultos completamente diferentes têm que cuidar de uma bebê juntos, a vida vira uma aventura cheia de risadas, descobertas e, claro, uma chance inesperada para o amor florescer. Perfeito para quem ama histórias fofas. Os protagonistas são meus atores favoritos.

  • A Lot Like Love (2005)
    "You don’t get to choose who you love, and you don’t get to choose how long." — Oliver Martin
    Eles se conhecem por acaso, mas o que parecia só um encontro se transforma numa conexão que vai testando o tempo e as escolhas da vida. Uma história realista, cheia de encontros e desencontros que mostram que amar é uma jornada. E o que é pra ser seu, volta.

  • 13 Going on 30 (2004)
    "I want to be thirty, flirty, and thriving." — Jenna Rink
    Uma mágica que transforma uma menina de 13 anos em adulta de 30, só para descobrir que crescer nem sempre é o que a gente imagina. Cheio de humor, charme e aquela mensagem doce sobre ser você mesma em qualquer idade. E claro, um romance friendly to lovers!

  • He’s Just Not That Into You (2009)
    "You can’t make someone love you. You can only be someone who can be loved." — Gigi Phillips
    Um filme que mistura várias histórias de amor. É engraçado, real e direto — perfeito pra quem quer entender os sinais e aprender que às vezes o amor é mais simples do que parece.

Entre clichês e reviravoltas, o amor continua sendo a melhor parte da história.

dates & presentes de dia dos namorados 💌 

Dica de date & presentes! Se você não é criativo, eu sou!

dates diferentes pra sair do óbvio

  • cooking class em casa
    Pode ser contratando um chef pra ensinar vocês a fazer um prato, ou se arriscando juntos com um menu completo + vinho. No fim, ou dá tudo certo… ou vocês pedem delivery.

  • aula de yoga ou pilates a dois
    Ótimo pra rir, do boy. Plus: alivia o stress e aumenta a conexão.

  • joguinho de perguntas + vinho
    Perfeito pra quem gosta de conversar de verdade! E amo joguinho (só esse tipo, o outro não)! Dá pra usar um jogo pronto ou criar perguntas mais “íntimas”. Quanto mais vinho, mais sinceridade.

  • spa day em casa ou em algum lugar legal
    Um dia só pra relaxar juntos! Massagem 🫶

  • roadtrip de um dia
    Escolhe um destino aleatório, faz uma playlist boa, leva uns snacks e vai!

  • aula de wake ou surf
    Pra quem gosta de adrenalina as vezes, acho mara essa ideia, acharia muito top.

  • tarde de pintura
    Comprem tintas e telas, e é isso.

  • ir num show juntos
    Pode ser de alguém que vocês amam ou descobrir um artista novo. Eu já fui e é muuuito legal!

  • piquenique noturno
    Vela, comidinhas e coberta. Só vocês dois (ou três, se contar o vinho).

  • podcast + café + debate

    Escolhem um episódio (de amor, relacionamento, ou até true crime) e depois comentam como se fosse um book club.

  • ir em uma balada aleatória

    Pros mais animados, é muuuito legal! Algum lugar que vocês não conhecem absolutamente ninguém.

Eu tenho mais mil ideias! Mas agora vamos de…

presentes que mostram que você pensou (mesmo)

  • uma viagem ou escapada rápida
    O melhor tipo de presente? Uma passagem.
    Presente + memória pra sempre. Win-win.

  • playlist personalizada
    Cheia de músicas que te lembram a pessoa. Meio meloso eu sei, mas cute! Eu já fiz isso. Pode entregar junto com um fone, uma cartinha ou até um QR code impresso.

  •  álbum de fotos de vocês
    Vira um presente físico do relacionamento.

  • carta à mão (sempre)
    Pode ser junto de outro presente ou até a parte principal.

  • aula particular (de algo que a pessoa ama ou sempre quis fazer)
    Aula de culinária, de surf, de fotografia, de barista… Mais que um presente: uma experiência. Mostra que você escutou.

  • item que ela sempre quis, mas nunca comprou
    Mostra que você No fim, o que mais importa é mostrar que você pensou na pessoa.

    Seja com um gesto simples ou um presentão, o que vale é a intenção (e o capricho, né?). No fim, o que mais importa é mostrar que você pensou na pessoa.

o dia perfeito pra manifestar: 11/6 

No dia 11 de junho, a Lua cheia acontece em Sagitário — um momento poderoso para manifestação. A Lua cheia é aquela fase em que a energia está no auge, pronta para liberar o que não serve mais e abrir espaço para o novo. E quando ela está em Sagitário, signo ligado à expansão, otimismo e aventura, essa vibe fica ainda mais forte. Sagitário nos inspira a sonhar alto, buscar a verdade e abrir a mente para novas possibilidades. Por isso, essa data é perfeita para manifestar desejos relacionados a crescimento pessoal, novas experiências, liberdade e conhecimento. Aproveitar essa energia para focar nas suas intenções pode acelerar a realização dos seus sonhos. É como se o universo estivesse dizendo: “Vai lá, arrisca, acredita e se joga!”

Para manifestar nesse dia, uma forma simples e poderosa é pegar um papel e anotar exatamente o que você quer — seja claro, específico e, principalmente, escreva como se já tivesse conquistado aquilo. Depois, leia em voz alta, sentindo gratidão e confiança, como se já fosse realidade. Feche os olhos e visualize, com detalhes, essa conquista, essa nova fase da sua vida. Pode até colocar uma música que te eleve enquanto faz isso. Depois, guarde esse papel num lugar especial ou, se quiser um simbolismo de deixar ir, queime com cuidado, liberando sua intenção para o universo.

Sei que tem gente que acha que manifestação é só papo, mas eu tenho provas reais de que funciona (um dia conto pra vocês!). Então, aproveita essa energia forte da Lua cheia em Sagitário e dá um up nas suas intenções! Se não funcionar, pelo menos você decidiu o que você quer.

love 

Love is in the way you hold me
like I’m the only thing that matters in the world.
In the way your eyes soften just for me,
even when surrounded by a crowd,
as if I’m the only one you really see.

It’s in the quiet moments—
the gentle touch of your hand that speaks louder than words,
the warmth of your breath brushing close to mine,
the way time flies by because no time is ever enough when it’s love.

It’s in the way I finally feel like myself,
completely known, completely free,
like I’m exactly who I’m supposed to be

Love is that feeling of coming home,
a deep, unshakable comfort—
even if home isn’t a place,
but a person.”

Eu uso o Instagram do My notes como daily para garotas.

hi, i’m the girl :)

que já viveu muitas versões de si.

Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente.

Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também.