love loudly
live fully :)

Essa edição veio direto do meu coração. Eu deixei ela mais curta de propósito. Cortei algumas sessões, enxuguei excessos, porque queria que tudo aqui apontasse para a mesma direção: love loudly. Amar alto não como conceito bonito, mas como forma de viver.
Eu ando pensando muito sobre isso. Sobre como a gente aprendeu a diminuir o sentimento, a se conter, a agir como se demonstrar fosse fraqueza. E, em contraste, sobre o quanto eu sempre fui atraída por histórias em que as pessoas amam demais. Livros, filmes, personagens que não economizam gesto, palavra ou presença. Que vivem romances intensos, amizades profundas, escolhas que parecem exageradas para quem assiste de fora.
Às vezes eu me pergunto se esse tipo de gente existe mesmo fora da ficção. Se existem pessoas que vivem com essa intensidade real, que fazem a vida parecer um pouco mágica, que te fazem sentir viva do jeito que a gente sente lendo um livro ou assistindo a um filme bom demais.
Existe. Eu sei porque eu sou uma delas.
Eu amo alto. Sempre amei. E essa edição é um reflexo disso. Uma provocação, talvez, para quem lê e se reconhece — ou para quem sente que, em algum momento, baixou o volume para caber melhor no mundo.
Se você gosta de histórias onde o amor é vivido sem freio, talvez essa edição faça sentido pra você. Se não… talvez ela te desafie.
Espero que gostem, Nathália

love loudly: no volume máximo
Vi um vídeo esses dias sobre gostar de gente que ama alto. No vídeo, um menino girava a menina no meio da rua, como se o mundo tivesse pausado só pra eles. Ele dava flores sem motivo especial, abraçava por mais tempo do que o necessário, andava de mãos dadas como quem faz questão de ser visto. Tinha algo de antigo ali, quase ingênuo. À primeira vista, parecia só um romântico.
Mas era só ele loving loudly.
Não só ele; Ela ria sem se conter. Se jogava no abraço. Andava colada, sem medo de parecer demais. Os dois ocupavam espaço juntos. Existiam em voz alta. Não tentavam ser discretos, frios ou interessantes. Eles estavam presentes. Inteiros. Confortáveis em demonstrar.
O que mais me marcou no vídeo não foram os gestos grandes, nem as flores, nem o giro. Foi a ausência de contenção. Ninguém estava se segurando. Ninguém estava calculando. Não existia o “melhor não demonstrar tanto”. Existia só vontade, troca, entrega.
E eu percebi que eu gosto de gente assim. Aliás, eu só quero se for assim.
E eu não digo só em relacionamentos amorosos.
Eu gosto de gente que ama alto a vida. Que se empolga contando uma ideia. Que defende o que gosta sem vergonha. Que fala “eu amo isso” sem tentar parecer cool, contido ou desapegado. Gente que não tem medo de mostrar interesse, entusiasmo, carinho.
Love loudly é sentir tudo sem pedir desculpa. É se encantar, se envolver, se emocionar — com pessoas, com ideias, com lugares, com momentos pequenos que ninguém mais percebe. É também fazer questão. É demonstrar. É deixar claro. É não fazer o outro se perguntar onde pisa. É escolher viver com o volume aberto, mesmo sabendo que isso também significa sentir mais quando dói.

A gente aprendeu a amar baixo. Aprendeu que gostar precisa ser discreto. Que demonstrar demais assusta. Que quem sente muito perde valor. E, pouco a pouco, fomos associando amor com cálculo, presença com estratégia, sentimento com risco.
Mas talvez o erro esteja exatamente aí.
Talvez o problema não seja sentir demais, mas sentir de menos. Não se envolver. Não se permitir. Talvez o que machuca não seja amar alto, mas amar pela metade. Talvez o que esvazie seja esse esforço constante de parecer forte, desapegado, inabalável.
Porque amor que não se mostra vira dúvida. Carinho que não se expressa vira ausência. E presença que não se sente vira silêncio.
Talvez amar alto nunca tenha sido o problema. Talvez tenha sido sempre a solução.
Às vezes, a sensação que eu tenho é que quem não ama alto está perdendo a vida. Não no sentido trágico, mas no mais simples. Perdendo os detalhes. Perdendo a chance de sentir o coração acelerar. Perdendo a experiência inteira.
É como assistir tudo de longe, com o volume baixo, enquanto a vida acontece em cores, movimento, som. Como se sentir demais fosse perigoso, então melhor sentir menos.
Eu olho pra quem ama baixo e não sinto inveja. Sinto uma espécie de luto. Porque amar alto não é sobre excesso, é sobre presença. É estar ali de verdade. Inteiro. E quem se recusa a sentir alto, talvez esteja vivendo só metade da história.

Você já amou alto? Eu amo todos os dias. Em tudo que eu toco.
Amar alto é viver. E eu gosto de tudo que me faz sentir viva.
Eu amo alto a minha família, o jeito como o amor existe entre a gente. Amo alto meu cachorro, a alegria que me recebe sem perguntar nada, a certeza de ser amada todos os dias. Amo alto os pôr do sol, parar o tempo só pra ver o céu mudar, como se aquele momento estivesse ali só pra mim.
Amo alto meus treinos, o corpo cansado e a mente calma depois, a sensação de estar forte por dentro e por fora. Amo alto meus amigos, as risadas altas, as conversas profundas, os áudios longos, os encontros que curam mais do que qualquer resposta. Amo alto estar junto, dividir, sentir que pertenço.
Amo alto os planos que faço sem saber se vão dar certo. As viagens que ainda não aconteceram. As versões de mim que eu ainda estou descobrindo. Amo alto tudo que me faz sentir viva, presente, conectada com quem eu sou. Eu amo alto nos detalhes.
Amo alto em qualquer relacionamento que eu decida estar. Porque estar ali já é uma decisão. É uma escolha consciente de me doar, de me envolver, de estar presente de verdade. Eu não entro em nada pela metade.
Eu amo alto nas pessoas, nas ideias, nos sonhos que ainda nem existem direito. Amo alto quando acredito, quando crio, quando me empolgo, quando defendo o que faz meu coração bater mais rápido. Amo alto até quando dói, porque ainda assim é sentir.
Não sei amar diferente. Não sei amar pela metade, nem em silêncio, nem com o freio puxado. Amar baixo nunca me protegeu — só me afastou de mim mesma.
Então eu escolho o love loudly. Mesmo que assuste. Mesmo que não caiba. Mesmo que nem todo mundo entenda. Porque, pra mim, amar alto é o que transforma existir em viver.
Então ame alto.
Ame suas ideias.
Ame suas fases.
Ame as pessoas enquanto elas estão.
Ame o agora.
Ame o que te atravessa.
Porque a vida já passa rápido demais pra ser vivida no volume baixo.

highlights dos últimos dias
A moda nunca para — ela se move, muda de direção, troca de comando e, às vezes, volta pra lugares que a gente já amou.
Essa semana, o que chamou atenção não foi só tendência, mas movimento: quem cria, quem assume, quem dita o próximo capítulo.
Aqui estão os assuntos que estão girando agora no mundo fashion — pra você acompanhar, entender e se inspirar.
Tendências e movimentos do mundo fashion
A gigante PGA Show anunciou um desfile de moda que mistura tendências esportivas com fashion forward, sinalizando uma nova direção criativa no crossover entre estilo e performance.
Listas recentes destacam as figuras que estão redefinindo o denim em 2026 — influenciadores e ícones que estão deixando a peça ainda mais relevante no street style.
Um intenso “jogo de cadeiras” criativo tomou conta das maisons europeias: grandes casas como Chanel, Dior, Gucci e Balenciaga estão mudando diretores criativos, o que pode dar uma virada nos estilos e narrativas das próximas coleções.
Acessórios e compras
Um levantamento recente das bolsas mais compradas de 2025 mostra que designs nostálgicos com formas clássicas estão dominando as preferências — modelos da Miu Miu, Chloé e Saint Laurent lideram as vendas globalmente.
Na temporada de festas, o New York Post destacou que muitas mulheres estão recorrendo à moda acessível da Amazon como solução para looks chic de última hora, especialmente com preços competitivos e entrega rápida.
Moda masculina & cultura de estilo
Os 2025 GQ Style Championships estão rolando — fãs votam nos looks masculinos mais memoráveis do ano, com nomes como Bad Bunny, Dwayne Johnson, Kendrick Lamar e outros artistas disputando o título de ícone de estilo.
Tendências de estação
A volta dos heritage checks (xadrez clássico) está em alta para o inverno, com versões em casacos longos e peças statement dominando tanto no luxo quanto no high street.
Indústria da moda em transformação
Empresas de brand management estão ganhando força e mudando a forma como grandes marcas são posicionadas e monetizadas, trazendo estratégias inovadoras para crescimento e relevância no mercado global.
Esses movimentos mostram uma moda em transição: novas direções criativas, estéticas revisitadas e escolhas cada vez mais estratégicas. Menos sobre seguir tendências, mais sobre entender para onde tudo está indo.
Seguimos de olho.

Personagens que amam alto: Noah de
Diário de uma paixão, de Nicholas Sparks.
A narrativa acompanha Noah e Allie, dois jovens que se conhecem durante um verão e vivem um amor intenso, daqueles que parecem suspender o tempo. Eles vêm de mundos diferentes, fazem escolhas diferentes, e a vida insiste em separá-los. Noah é constante, sensível e determinado; Allie é vibrante, curiosa e dividida entre o que sente e o que espera dela. A conexão entre os dois é simples e avassaladora ao mesmo tempo — não pelo drama, mas pela certeza silenciosa de que algo ali é real.
“I wrote you every day for a year.”
Esse livro não é apenas sobre um amor de verão que marcou uma fase. É sobre permanência. Sobre alguém que ama em voz alta mesmo quando não há plateia, resposta ou garantia. Noah não diminui o sentimento para seguir em frente; ele escolhe sentir. Escolhe ficar fiel ao que viveu. Amar algo, aqui, é insistir com delicadeza, é esperar sem endurecer, é continuar acreditando.
Cada capítulo carrega a ideia de que amar não é só sentir, mas sustentar. É construir uma vida inteira com espaço para o outro, mesmo quando o outro não está ali. É entender que algumas conexões não desaparecem com o tempo — elas apenas se transformam.
Ao terminar Diário de uma Paixão, o que fica não é só a história de um grande romance, mas a certeza de que amar alto também pode ser silencioso, constante e profundamente leal. Um lembrete de que existem amores que não pedem menos, não aceitam metade, e não se apagam. Eles permanecem.


se não tivesse essa parte, não seria eu.
on screen: personagens que também amam alto 🎈
Tem filmes que não falam sobre amor.
Eles mostram.
Mostram gente que não economiza gesto, nem palavra, nem presença. Gente que escolhe sentir alto, mesmo quando o tempo é curto, mesmo quando o final não é garantido.
Sol da meia noite (2018)
“Love is about holding on, even when you know it’s going to hurt.”O filme acompanha Katie Price, uma jovem que vive isolada por uma condição rara que a impede de se expor ao sol. Durante o dia, ela se esconde do mundo; à noite, ela vive. É nesse espaço entre a escuridão e a liberdade que ela conhece Charlie, um garoto gentil, curioso e atento — daqueles que observam, que ficam, que não passam batido.
O relacionamento dos dois nasce simples, mas cresce rápido, com uma intensidade que não pede permissão. Charlie ama mostrando. Ele não economiza presença, nem cuidado, nem demonstração. Segura a mão, faz questão, insiste em estar. Ama alto, mesmo sem saber tudo, mesmo quando a verdade ameaça mudar tudo.
À medida que o amor se aprofunda, Katie se vê dividida entre se proteger e viver de verdade. Entre poupar o outro da dor e se permitir sentir tudo o que ainda não sentiu. O filme caminha justamente por esse conflito: até que ponto vale a pena amar quando o tempo é incerto?
Sol da Meia-Noite é um lembrete sensível de que amar loudly não é sobre finais perfeitos, mas sobre viver o que existe com coragem. Sobre não diminuir o sentimento para tentar controlar o destino. Sobre escolher sentir, mesmo sabendo que sentir também dói.
É uma história sobre juventude, intensidade e a decisão de viver o amor no volume máximo — enquanto há tempo.
The Best Of Me (2014)
“Love changes you. It stays, even when everything else moves on.”
O filme acompanha Dawson e Amanda, dois jovens que viveram um amor intenso na adolescência e foram separados pelas circunstâncias, escolhas difíceis e pelo tempo. Anos depois, eles se reencontram na cidade onde tudo começou, e o passado — que nunca foi embora — volta à superfície.Dawson ama alto de um jeito silencioso, mas absoluto. Ele nunca deixou de escolher Amanda, mesmo à distância, mesmo sem posse, mesmo sem garantias. Seu amor não é feito de promessas ditas em voz alta, mas de constância, sacrifício e presença emocional. Ele ama ficando, protegendo, abrindo mão quando acredita que isso é amar melhor.
Esse filme fala muito sobre love loudly porque mostra que amar alto nem sempre é barulho — às vezes é profundidade. É não substituir. É não diminuir o que foi vivido. É carregar alguém dentro de si por anos sem transformar isso em amargura.
O Melhor de Mim é sobre entender que alguns amores não passam. Eles moldam. Eles deixam marca. Eles exigem coragem — inclusive a coragem de amar mesmo sabendo que o final pode não ser o que você sonhou.
Um lembrete de que amar alto também é amar com lealdade ao sentimento, mesmo quando a vida tenta te convencer a seguir em frente sem olhar pra trás.
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mid-december 🌜o fim antes do começo
Estamos encerrando um Ano 9 — e isso não é pequeno.
O 9 é o número dos fechamentos, das despedidas conscientes, da limpeza emocional. Ele não pede pressa, pede honestidade. Nada que chega até aqui sem propósito continua por inércia. O Ano 9 pergunta: o que já cumpriu seu papel?
É o ano em que relações se redefinem, ciclos se fecham, versões antigas de nós mesmas pedem descanso. Às vezes dói, às vezes alivia, quase sempre ensina. O Ano 9 não leva nada pela força — ele convida a soltar. E quanto yhmais resistência, mais cansaço.
Mas logo depois vem o Ano 1.
E o Ano 1 só começa bem quando o 9 foi respeitado.
O 1 é nascimento, semente, identidade. É o “quem eu sou agora?”. Ele pede espaço limpo para criar, coragem para iniciar e presença para sustentar o novo. Não é sobre fazer tudo diferente — é sobre começar alinhada, inteira, consciente do que você deixou para trás.
Por isso, esse final de ciclo importa tanto.
Não dá para plantar em terreno cheio.
Não dá para começar carregando o que já terminou.
Encerrar não é fracasso.
É preparação.
Honre o que foi. Feche com carinho.
O novo ciclo pede leveza — e ela só vem quando a gente solta de verdade. 🌙

“Love loudly.
Shout it. Feel it. Show it.
Hold hands too long,
laugh too hard,
say “I see you” without pause.
Love loudly —
it’s how life tastes alive.”

Eu uso o Instagram do My notes como daily para garotas.
hi, i’m the girl :)que já viveu muitas versões de si. Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente. Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também. ♡ |


