new beginnings

because every story starts somewhere, right?

Como alguns de vocês já sabem, tenho uma coisa com começos.

Eles me prendem. Me encantam. Me fazem sentir viva. A primeira ideia, o primeiro rascunho, o primeiro dia de algo novo — tudo ainda em aberto, sem erro, sem desgaste, só a possibilidade pura do que pode ser.

A verdade é que começo tudo com paixão. Um livro novo, um projeto, uma fase, uma amizade, um amor.

Mas às vezes me pergunto: será que gosto tanto dos começos que fujo do depois? Porque manter algo é mais difícil que iniciar. O depois exige constância, exige presença até nos dias sem brilho.

E eu sou movida a brilho.

Mesmo assim, continuo começando. Porque acho que há algo sagrado em dar o primeiro passo. E se tem uma coisa que me renova, é isso: criar espaço para o novo.

É por isso que essa newsletter está aqui. Porque eu precisava de um novo começo que fosse só meu — sem grandes promessas, só presença e intenção.

E talvez você também esteja começando algo. Uma ideia, uma fase, uma versão de si. Se for o caso, que a gente comece com leveza. Mas que não pare por aí.

With Love, Nathália

Começos são incríveis, não tem como negar. Tem aquele frescor, aquela energia que faz o coração bater mais forte, como se tudo fosse possível. O primeiro dia do mês, o início de um projeto novo, o começo de um relacionamento, a primeira página de um livro que promete uma história diferente. É aquele momento onde tudo está em aberto, onde a gente se permite sonhar e criar sem limitações. O começo carrega uma espécie de mágica que a gente quer agarrar para sempre, porque ele é puro potencial, pura promessa.

Mas aí vem o meio. E aí tudo começa a ficar mais real. Será que eu quero isso mesmo? O meio é feito de esforço, de desafios que não talvez apareceram no início, quando a empolgação ainda está alta. É a hora de encarar a realidade. Será que eu gosto de realidade? Na maioria das vezes, não. No meio, o brilho do começo pode parecer uma memória distante, e a gente começa a duvidar, a se cansar, a pensar se vale mesmo a pena continuar. O meio é difícil porque exige que a gente faça mais do que só querer: exige trabalho, disciplina, coragem para enfrentar o tédio e a frustração. Eu falo, em todas as áreas da vida.

E o final? Ah, o final é ainda mais assustador. O final é o fim das possibilidades, o fechamento do ciclo, o momento em que a gente tem que encarar que algo acabou — e nem sempre do jeito que a gente queria. Finais trazem uma mistura de sentimentos, desde alívio até tristeza, medo do desconhecido e, às vezes, uma vontade louca de voltar no tempo para o começo, para a segurança da promessa que ainda não foi testada. O final é o que eu mais odeio.

Certo dia conheci um menino em NY (muito interessante por sinal) que me contou que a coisa que ele mais odiava no mundo eram os finais. Que ele nem assistia séries, porque depois, elas iam acabar. Achei um pouco radical, mas acabei refletindo muito sobre o assunto e percebi, que talvez, eu e muita gente seja assim também: não viva as coisas ao máximo, com medo dos finais, pra evitar essa dor, esse sentimento único, e digamos, péssimo.

Diante disso, não é surpresa que muita gente — eu incluso — tenha vontade de se agarrar só ao começo. Ficar só naquele espaço seguro, onde tudo é potencial e nada é difícil. Porque o começo é leve, fácil de gostar, fácil de amar. O começo não cobra nada, só oferece. Mas será que isso é possível? Será que a gente pode realmente viver só no começo das coisas?

A resposta é não — e é aí que mora o maior desafio. Porque a vida acontece no meio, na jornada entre o começo e o fim. É no meio que a gente cresce, que aprende, que constrói. É no meio que a gente descobre se a vontade inicial era só empolgação passageira ou se é algo que vale a pena continuar cultivando. E é no meio que a gente se depara com o inesperado, com as dificuldades, com as escolhas que fazem toda a diferença.

Então, talvez a lição mais importante sobre começar não seja só sobre o começo em si, mas sobre a coragem de encarar tudo que vem depois. A coragem de não desistir quando a novidade já passou, quando a rotina bate à porta, quando o cansaço aparece. A coragem de continuar mesmo sem a certeza do final, mesmo sem a garantia de que tudo vai dar certo.

Ficar só no começo seria como tentar viver em uma promessa, sem se permitir experimentar o que vem depois. E viver só de promessas não é viver de verdade. Viver de verdade é aceitar que a beleza está na caminhada inteira — no começo, no meio, e até no fim, com todas as suas imperfeições e incertezas.

Por isso, mais do que se prender ao início, vale a pena aprender a gostar do processo, a valorizar cada etapa, mesmo as que parecem menos interessantes ou menos glamurosas. Porque só assim a gente constrói algo real, algo que resiste ao tempo e que transforma.

No fim das contas, o começo é só um convite. O que importa mesmo é o que a gente faz depois que aceita esse convite :)

style file: recomeços de estilo

Vamos falar de começos — não só da vida, mas da moda também. A primeira semana de junho chega com um fôlego novo, e aqui estão os destaques fashion que já estão abrindo caminhos:

  • Dior em nova era
    Jonathan Anderson acaba de entrar para a história: é o primeiro estilista desde Christian Dior a comandar todas as linhas da marca — feminina, masculina e alta-costura. Seu desfile de estreia será no dia 27 de junho, durante a Paris Men’s Fashion Week. Um recomeço marcante, elegante e com cheiro de revolução.
    Leia na Vanity Fair

  • Zara em clima de verão
    Novo mês, nova coleção. A Zara lançou uma cápsula de junho com alfaiataria leve e romântica: vestidos bordados, linho, poás, blazers em rosa suave e vermelho escuro. Um mood minimalista e sofisticado, perfeito para aquela sensação de "primeiro dia de alguma coisa".
    Veja na Who What Wear

  • Gap x Malbon: golf, mas com estilo
    O universo do golfe nunca esteve tão cool. A collab da Gap com a Malbon entrega uma coleção de 31 peças que misturam a estética clássica do esporte com o streetwear: polos de tricô, calças plissadas e jaquetas retrô que funcionam tanto no campo quanto no brunch. Lançamento: 6 de junho.
    Confira na GQ

Alguns looks da nova coleção da Zara!

Poá: super tendência!

Adorei esse top, achei bem versátil.

Novo mês, nova temporada, novos começos. A moda também está na sua era de recomeço — e talvez você esteja também!!! 👀

spotlight: crushing hard 🫀

a coleção mais apaixonante da BO.BÔ

Vocês já sabem que a BO-BÔ é minha marca do coração. E quando vi a Crush Collection pela primeira vez, entendi na hora: ela não era só sobre moda, era sobre sentir. Sobre vestir desejo, leveza e poder tudo ao mesmo tempo.

Essa coleção tem aquela energia de paixão à primeira vista, com peças que misturam romance e atitude — exatamente como eu gosto. Escolhi minhas favoritas pra dividir com vocês, porque sei que muita gente aqui também ama aquele look que chega antes da gente e deixa a marca.

Esse vestido é tudo que eu amo: leve, elegante e com movimento. Sabe aquela peça que te deixa chique sem esforço? Combinei com acessórios e um sapato que deu o toque final.

Esse aqui é pra quem ama um look com presença. Ele tem um ar mais dramático, mas super romântico ao mesmo tempo. Fiquei me sentindo em um filme… e acho que esse é o tipo de roupa que transforma o nosso humor. Um favorito, sem dúvidas.

Esse foi aquele look versátil, mas ainda assim lindo. Amei a vibe mais invernal e textura — perfeito pra dias mais frios sem perder o estilo. É prático, mas ainda tem personalidade, sabe?

Cada peça tem uma força sutil, uma feminilidade afiada, um detalhe que conquista sem esforço. E o melhor? Tá tudo disponível no site da BO.BÔ.

Te desafio a sair de lá sem um novo crush.

E não é só a moda que importa! Enquanto as roupas vestem o corpo, os livros vestem a mente — e nada melhor do que começar o mês com páginas que despertam, inspiram e provocam.

a minha dica de livro é: The Midnight Library by Matt Haig

“Between life and death there is a library... and within that library, the shelves go on forever.”

Algumas histórias não começam do zero. Elas começam de onde a dor parou. The Midnight Library é sobre esse tipo de recomeço.

Nora Seed está no limite. Entre a vida e a morte, ela entra em uma biblioteca infinita, onde cada livro é uma vida que ela poderia ter vivido — se tivesse feito escolhas diferentes. A cada página, ela confronta arrependimentos, "e se", e versões de si mesma que nunca conheceu. Mas o verdadeiro ponto de virada é quando ela entende que talvez... viver seja menos sobre mudar o passado, e mais sobre mudar o olhar.

“You don't have to understand life. You just have to live it.”

Esse livro fala com quem já quis desistir. Com quem já pensou que não era suficiente. Com quem acha que está tarde demais. Mas ele lembra — com uma doçura dolorida — que cada novo começo é possível. Mesmo no meio do caos.

Um livro que é abraço, soco e luz. Tudo junto.

se não tivesse essa parte, não seria eu.

screen time: romance, recomeços e o amor logo ali, do outro lado da parede

Se você tem preconceito com série coreana (eu também tinha…), por favor, te imploro: dá uma chance pra Love Next Door.

Pode até parecer bobinha no começo, mas essa série tem um coração enorme — e aquele ar de recomeço que toca fundo. A protagonista larga tudo: um trabalho nos EUA, um noivado que terminou aos 34 anos… e volta pra casa dos pais, sem planos, sem rumo. Ou talvez, com tudo que realmente importava já dentro dela.

A série é sobre voltar. Pra dentro. Pra origem. Pra si mesma. E descobrir que recomeçar não é fracassar — é ter coragem de mudar.

E aí entra ele. O vizinho.
Eles vivem às turras, implicam um com o outro como se nada fosse acontecer — mas por trás das farpas, ele guarda um amor secreto, doce, e absurdamente real.
Ele cuida dela sem ela saber. Se preocupa. Olha de longe, mas sempre por perto.
E o pior (ou melhor): ele é o homem mais fofo do mundo.
Sério. Depois dele, você vai repensar todos os outros. É aquele tipo de personagem que te faz suspirar e pensar: “por que não existe um desses na minha vida?

Ideal pra quem tá repensando caminhos, acreditando de novo, e querendo sentir aquele quentinho no peito (to mal porque acabei, daria tudo pra ver de novo).

🔗 Assista Love Next Door na Netflix

wellness tip: Pilates é o novo matcha! 🍵🧘🏻‍♀️

Se você ainda pensa que Pilates é só pra gente mais velha, tá na hora de mudar essa ideia. O Pilates hoje virou HYPE, e com razão! Vibe, música e resultados que realmente aparecem — praticamente, um novo estilo de vida!

No pilates, você trabalha força de um jeito diferente, mexe com músculos que nem sabia que existiam, melhora a postura, ganha flexibilidade, deixa o corpo mais definido sem ficar “grande”, e ainda ajuda na respiração e até na ansiedade. Parece uma musculação só que mais leve, trabalhada de outra maneira. Mas não vai achando que é levinho ok? Kkkkkk eu me surpreendi.

Ah, e tô doida pra achar uns looks estilosos pra Pilates — aqueles conjuntinhos básicos, monocromáticos, com top que segura e que ainda ficam super confortáveis e bonitos. Vou procurar umas lojas!

E se você é de BH ou SP, tem que marcar uma aula no One Pilates. Vai por mim, é outro nível 🩷 BTW, nos próximos dias vou ter um cupom que você compra 1 aula e ganha mais uma aula! Posto nos próximos dias nos stories.

o que o universo traz pra você no início de junho

Se você achava que junho ia ser só mais um mês, segura essa: os primeiros dias chegam com uma vibe de recomeço, autoconhecimento e uns spoilers do que pode vir à tona — seja aquele assunto pendente, um sentimento guardado ou uma verdade que você nem sabia que precisava enxergar.

Começamos com a Lua Crescente em Virgem (3/6), trazendo aquele convite pra cuidar dos detalhes que a gente sempre deixa pra depois. Pode aparecer algo que estava escondido no cantinho — tipo aquela pendência chata ou um alerta da sua saúde — e a dica é: encare com calma e aproveite pra ajustar sua rotina.

Dia 6, Vênus chega em Touro, e aí a energia fica toda sobre conforto, segurança e prazer. Relações que estavam meio paradas podem ganhar um gás, mas talvez aconteça também aquele papo que precisava acontecer — nada de drama, só maturidade mesmo. Invista no que te faz sentir em casa, seja um abraço, um café gostoso ou aquela playlist que acalma.

Mercúrio em Câncer (8/6) vai deixar tudo mais emocional — bate aquela vontade de abrir o coração, mas cuidado pra não deixar o clima pesar! Tem coisa vindo à tona, mas às vezes o melhor é ouvir mais e falar menos, deixar o tempo ajudar a clarear.

Júpiter em Câncer (9/6) é um baita convite pra olhar com carinho pra casa, pra família e pra tudo que faz seu coração bater mais forte. Pode rolar aquela coisa de velhas histórias ou sentimentos voltarem, mas com espaço pra cura e aprendizado.

E a cereja do bolo é a Lua Cheia em Sagitário (11/6) — claridade, verdade e aquele empurrãozinho pra deixar pra trás o que não serve mais. É hora de se abrir pro novo e acreditar que o mundo tá cheio de possibilidades te esperando.

Então, se algum assunto aparecer, não fuja. Pode ser justamente o que você precisava enfrentar pra dar um passo à frente.

that if this is the life?

“we romanticize the beginning, obsess over the end, and call everything in between a blur — but maybe this, right now, is where the real magic lives. not the perfect version of you. not the other life you could’ve chosen. not the person you were before the heartbreak, or the one you’ll become when everything “makes sense.” just… this version. this chapter. this page.

you are not too late, not too broken, not too unsure to start again. the good things aren’t only at the start — they grow in the messy middle, in the quiet hours, in the choices you didn’t know were brave at the time.

maybe the universe doesn’t need you to have it all figured out. maybe it just needs you to stay long enough to find out what’s real.

so take the next small step. answer the knock on your door. feel the pull. turn the page.

because what if this is the part you’ll miss the most one day?”

Eu uso o Instagram do My notes como daily para garotas.

hi, i’m the girl :)

que já viveu muitas versões de si.

Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente.

Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também.

Se quiser conversar, dividir, sugerir ou só trocar uma ideia, minha caixa de entrada está sempre aberta. Porque conexão, pra mim, ainda é o que mais importa. ♡