when was it that we stopped playing? 🧸

adulthood happened. but your inner child still wants to laugh :)

Outubro sempre foi o meu mês preferido. Talvez por ser o mês do meu aniversário, talvez pelo clima de outono lá fora — mesmo que aqui não tenha folhas amarelas caindo, eu ainda sinto a alma do mês.

A cada ano, eu percebo que estou crescendo. E junto com isso, vem aquela sensação doce e estranha de estar me tornando cada vez mais adulta. Mas, no meio disso tudo, eu percebo: minha criança interior ainda está aqui. Ela nunca foi embora. Ela só quer espaço.

Essa edição nasceu desse sentimento. De lembrar que a leveza não precisa acabar só porque crescemos. Que ainda podemos amar as mesmas coisas que nos faziam sorrir antes. Que ainda dá tempo de brincar, rir alto, inventar moda, dançar estranho, vestir o que a gente ama e chorar por uma frase bonita num livro.

Talvez a vida adulta só pese tanto porque a gente esquece que ainda tem uma criança dentro da gente, esperando um pouco de espaço pra brincar.

Espero que gostem!

Nathália

o mundo nos ensinou a parar de brincar

Quando foi que brincar se tornou ridículo? Quando rir alto virou vergonha, e dançar de um jeito diferente passou a ser motivo de julgamento? Quando foi que a gente parou de correr sem motivo, de inventar histórias só com um lápis e papel, de andar descalço sem pressa, de criar músicas e cantar alto, de ver filmes de criança, de passar o dia vendo desenho, de ficar no colo de nossa mãe, de ser o orgulho do nosso pai, de ir para qualquer lugar com qualquer roupa sem medo de julgamento, de perguntar tudo sem medo de parecer “bobo”? A gente crescia, pulava amarelinha, inventava brincadeiras, se vestia com o que achava legal — mesmo que nada combinasse — e tudo isso era liberdade.

Hoje, parece que tem hora certa pra sorrir, pra falar, até pra existir. Ser adulto virou sinônimo de se encaixar. E, sem perceber, a leveza escorre pelos dedos. A infância, que um dia foi sinônimo de liberdade e espontaneidade, dá lugar a uma rotina engessada, a responsabilidades sufocantes, a cobranças que nos afastam da nossa própria essência. A gente se acostuma a ser sério, eficiente, produtivo. Mas, no fundo, há uma parte de nós que grita. Uma parte que sente falta de simplesmente existir.

A vida adulta pesa. E ninguém nos avisou o quanto. Aos poucos, os convites espontâneos viram mensagens não respondidas. As risadas sem hora marcada dão lugar a compromissos inadiáveis. Os amigos desaparecem, não por má vontade, mas porque a vida está cobrando. As responsabilidades apertam, os boletos vencem, o tempo encurta. A leveza vira um luxo.

A gente para de ligar só pra contar uma novidade boa, porque sempre parece que tem algo mais importante pra fazer. E, sem perceber, a conexão com o outro — e com a nossa própria essência e criança interior — vai se perdendo. Aquela alegria gratuita de dividir um momento idiota, uma música nova, um meme, parece infantil demais. Só que a verdade é que é disso que a nossa criança interior sente falta: de leveza sem propósito, de vínculos que não exigem esforço, de espaço pra simplesmente ser.

Mas aqui vai uma verdade que a gente esquece: essa criança ainda existe em você. Ela nunca foi embora. Tá aí dentro, talvez quieta, talvez com medo, talvez sufocada por tudo que o mundo adulto impôs… mas viva. A mesma menina ou menino das fotos que você posta no dia das crianças. Ela tá aí, olhando para você agora. Ela observa cada vez que você se cala pra não parecer “demais”, cada vez que esconde sua empolgação pra não parecer exagerada, cada vez que se sabota pra não ser julgada. Ela sente tudo. E, mesmo assim, torce por você. Espera por você.

Essa criança ainda mora no seu brilho quando você vê seu filme favorito. No arrepio que sente com aquela música antiga. Na vontade de dançar sozinha no quarto. No riso descontrolado que sai quando você tá com alguém que te deixa à vontade. Ela tá ali quando você sonha, quando imagina algo grande, quando tem coragem de ser vulnerável. Só que, com o tempo, a gente foi ensinada a guardar tudo isso. A controlar. A silenciar. E aí, quando a gente menos percebe, já tá adulta demais pra lembrar do que nos fazia feliz.

Tem gente que diz que crescer é deixar a infância pra trás. Mas talvez seja o contrário: talvez crescer de verdade seja reaprender a acessar essa criança. Reencontrá-la. Ouvi-la. Ser adulta com ela do lado, não sem ela. Porque a criança que você foi é a forma mais pura da sua essência. Aquela que sabia o que queria, que não se preocupava em agradar todo mundo, que acreditava em finais felizes e fazia planos mesmo sem saber como realizá-los.

Ser adulto não precisa significar virar outra pessoa. Ser adulto pode — e deve — significar crescer com gentileza, com espaço pra brincar, com tempo pra sentir. Significa poder bancar suas escolhas, mas sem abandonar sua leveza. Significa ter responsabilidades, mas ainda se permitir rir alto, vestir o que te faz bem, gostar do que quiser. Não existe idade pra sonhar. Não existe idade pra brincar.

Teve uma vez que eu conheci alguém que despertou a minha criança interior. E não foi só eu que percebi. Uma amiga olhou pra mim e disse: “amiga, você tá assim porque sua criança tá feliz. Você tá só vivendo, sem se cobrar, sem medo de julgamento. Só sendo você.” E aquilo ficou comigo. Porque era verdade. Era como se, por algumas horas, eu tivesse desligado o mundo lá fora e voltado a brincar.

Rir alto sem vergonha, falar besteira sem filtro, dançar sem pensar se estava bonito, me conectar sem amarras. Eu olhava para aquilo tudo e pensava: eu quero isso pra sempre. É isso que eu quero. Quero estar perto de quem me devolve esse sentimento. De quem me faz esquecer o relógio, o feed, a performance. Gente que ativa a parte de mim que só quer viver. Que me lembra que a alegria mais genuína é aquela que não precisa de razão. Desde então, passei a buscar pessoas que despertam a minha criança interior. Que fazem ela se sentir segura pra existir — sem medo, sem vergonha, sem precisar se esconder.

Desde então, passei a reconhecer um novo critério de conexão: se eu não posso ser leve perto de você, então esse não é um lugar seguro pra mim. Eu não quero mais me forçar a encaixar onde não posso rir, onde tenho que medir cada palavra, onde minha intensidade incomoda ou minha sensibilidade é vista como “exagero”.

Não quero estar com quem me faz sentir que sou demais — ou de menos. Quero estar com quem me deixa existir por inteiro, com todas as minhas cores, com todas as minhas fases. Com quem desperta minha criança interior, não por esforço, mas por liberdade. Gente que acolhe e incentiva minha versão mais espontânea, mais leve, mais sincera. Porque quando a gente encontra esse tipo de presença, tudo muda. A gente relaxa. A alma respira. O tempo passa e a gente nem percebe, porque é como se o mundo lá fora parasse, e sobrasse só a gente.

A vida adulta tem mil cobranças, é verdade. Mas ela não precisa calar a nossa criança interior. A gente pode pagar boletos e ainda assistir filme da Barbie. A gente pode ser responsável e ainda rir até a barriga doer. Pode ter planos e ainda se permitir improvisar. A leveza não precisa morrer com a idade. Na verdade, ela devia ser ainda mais cultivada — porque é nela que a gente encontra os respiros.

Então, se tiver que escolher, escolha aquilo que te faz sentir como antes. Brinque, ria, cante, erre, sonhe. E se um lugar, uma amizade, um relacionamento ou um ambiente não permite que você seja essa sua versão mais leve, então não hesite: se afaste. A sua criança interior não merece viver silenciada. Ela merece espaço pra existir. Porque é ali, nesse lugar de liberdade e verdade, que mora a sua essência.

Paris fashion week & tendências

Paris não dita tendências — ela as respira. A cada estação, a cidade se transforma num palco onde o clássico encontra o ousado, e o que parece distante das vitrines do dia a dia vira desejo imediato. A Paris Fashion Week 2025 foi mais do que desfiles: foi narrativa, expressão, memória afetiva, e um lembrete de que moda é sobre identidade, liberdade e linguagem.

E, claro, eu fiquei de olho em tudo. Das passarelas aos cafés nas esquinas do Marais, aqui vão as principais apostas que me encantaram — e que, sinceramente, têm tudo para influenciar o nosso guarda-roupa daqui pra frente:

  • O novo tom da Chanel com Matthieu Blazy

    Na sua estreia como diretor criativo da Chanel, Blazy trouxe um ar futurista e poético, reinterpretando o clássico tweed com texturas espaciais e silhuetas inovadoras. Uma reinvenção que respeita o passado, mas pisa firme no presente.

    Leia mais no The Guardian

  • Boho romântico e nostálgico no street style

    A Chloé resgatou a leveza com rendas, babados e transparências — e esse ar retrô tomou conta das ruas. É como se as mulheres vestissem poesia.

    Veja na InStyle

  • O revival da bolsa Paddington

    A Chloé também trouxe de volta a icônica bolsa Paddington, com seu cadeado emblemático — provando que o vintage bem feito sempre tem espaço no agora,.

    Confira na Woman & Home

  • Casacos de couro preto: o básico nada básico

    Os black leather coats dominaram os looks parisienses. Um must-have do outono/inverno que mistura atitude e sofisticação.

    Veja o look da Jenna Ortega em Paris

  • Saia sobre calça: tendência híbrida e ousada

    Kendall Jenner apareceu com uma saia de tule por cima da calça — uma estética inesperada que conquistou as fashionistas.

    Leia na Harper’s Bazaar

  • As apostas do street style

    Animal print nos sapatos, calças capri, mistura de texturas, saias longas com tênis e suéteres amarrados no ombro como acessório — a moda de rua parisiense está mais criativa do que nunca.

    Tendências vistas pelas lentes da Glamour

E se tem uma coisa que eu AMO, são as semanas de moda.

Acompanhar cada desfile, observar os tecidos, as cores, os cortes, os estilos e tudo que é novo — pra mim, é quase como reacender minha criança interior. Aquela que sonhava com vestidos dramáticos, que criava looks no caderno, que se deslumbrava com o brilho e a ousadia do diferente.

Ver a moda se reinventar me lembra que ainda dá pra brincar com o que se veste, com quem se é. Me lembra que expressar quem somos não precisa de regras, só de coragem.

Porque no fim das contas… a moda é, também, um jeito adulto de continuar brincando.

E brincar nunca deveria ter deixado de ser parte da vida.

os vestidos da koji store🧚🏼

Quem me acompanha há um tempo sabe: Koji Store é meu lugar seguro quando o assunto é vestido de festa. E não só festa — porque o que eu mais amo nas peças deles é justamente isso: a versatilidade com poesia 🩷

Sabe quando você entra numa loja e sente que está mergulhando num universo de possibilidades? A Koji é assim. Cada arara parece contar uma história diferente: cores que vão do romântico ao impactante, tecidos fluidos ou estruturados, caimentos que abraçam o corpo de um jeito leve, e aquela sensação boa de estar se preparando para algo especial, mesmo que não tenha nenhum evento marcado.

Eu uso Koji em casamentos, jantares, almoços, viagens e até nos momentos em que só quero me sentir bonita para mim mesma. Porque vestir algo que te representa muda tudo — a postura, o humor, o brilho no olhar.

Amo também a quantidade de cores de cada modelo. Tem para todos os gostos, literalmente.

E é por isso que continuo voltando. Porque os vestidos da Koji, além de tudo, também contam uma história.

Dois livros que me atravessaram. Que me lembraram quem eu sou, e me ensinaram a não me desculpar por isso.

A Gentle Reminder, de Bianca Sparacino.

Esse é, de longe, um dos meus livros preferidos. Não sei se existe uma versão em português, mas se você lê em inglês, vale cada página.

Li em um momento em que minha sensibilidade estava sendo vista como exagero — e esse livro veio como uma carta escrita especialmente pra mim. O livro reúne pequenos textos, quase poemas, mas que são também lembretes: de que está tudo bem sentir demais, ser intensa, querer viver coisas grandes, se decepcionar e ainda assim continuar com o coração aberto.

You are not too much. You are simply the result of a world that made you feel like you had to be less.”

Cada página é uma conversa com sua parte mais humana. Um chamado pra voltar pra si mesma. É pra quem já quis se esconder por medo de não ser entendida — e agora decide se mostrar mesmo assim. Me curou de coisas que eu nem sabia que precisava curar.

& Highly Sensitive Warrior, de Ash Alves.

Esse livro me fez entender que a minha sensibilidade não é defeito, é armadura. Ash Alves escreve para quem sente o mundo com mais intensidade, para quem capta o que não é dito, para quem se magoa fácil — mas se entrega mais ainda.

Forgive yourself for all the versions of you that had to survive.

O livro tem uma estrutura quase meditativa, com frases curtas, reflexões e lembretes que funcionam como âncoras no meio do caos. É como se ele dissesse: “você é sensível, mas também é forte. Você não precisa escolher entre uma coisa e outra.”

Ele me fez abraçar minha profundidade como força, não como problema. E me lembrou que há poder em ser suave num mundo que insiste em ser duro.

💬 Esses são meus dois livros preferidos — e não é exagero dizer que me transformaram. Leio e releio. Marquei páginas, chorei em outras, e em muitas sorri em silêncio porque alguém finalmente colocou em palavras o que eu sentia.

Se você é o tipo de pessoa que sente demais, que carrega o mundo no peito e ainda assim tenta continuar leve — esses dois livros são pra você.

se não tivesse essa parte, não seria eu.

on screen: love, music & adventures

  • The Runarounds — Prime Video

Sou fanfiqueira assumida. Amo histórias de banda, de bastidores, de amores que nascem entre um ensaio e outro. The Runarounds, nova série da Prime Video, foi uma descoberta recente — e juro, acendeu algo em mim.

A série acompanha um grupo de adolescentes recém-formados que formam uma banda durante o verão, enfrentando dilemas reais, inseguranças, amores e o medo de crescer. Tudo isso embalado por músicas autorais e atuações sinceras.

E sério, as músicas são muito boas. MUITO.

A vibe é perfeita pra quem amou Daisy Jones & The Six, com seu drama musical envolvente, ou gostou de Outer Banks, se apegando àquele tipo de liberdade jovem, rebelde, com um toque de nostalgia. Tem o romance, tem a confusão, tem a arte e o caos.

Os episódios fazem você querer escrever letras de música no bloco de notas, se apaixonar, e se perguntar: “quando foi que eu parei de sonhar assim?”

Assistir The Runarounds é quase um lembrete silencioso de que a gente ainda pode viver com intensidade, como nos filmes que a gente criava na cabeça quando era adolescente - eu ainda vivo.

tire um dia da semana pra sua criança interior

Bom, como tema da newsletter é esse, essa é a dica que eu tenho pra dar. Eu faço isso.

Escolha um dia. Pode ser a terça mais sem graça ou aquele domingo em que tudo desacelera. Nesse dia, faça algo só por leveza — sem propósito, sem obrigação.

Pinte, mesmo que saia torto.

Tome sorvete antes do almoço.

Assista um desenho antigo.

Dance sozinha no quarto.

Escreva uma carta pra você de 7 anos.

Esses pequenos momentos não são perda de tempo. São resgates. Porque sua criança ainda mora aí dentro — e ela sente falta de brincar, de rir alto, de se sentir livre.

🌼 Faça isso por ela. E por você também.

o céu de 13 a 31 de outubro 🪐

Os astros se movem, e com eles, a gente também.”

  • Plutão direto em Aquário — o impulso pra mudar de verdade

    Depois de meses retrógrado, Plutão volta ao movimento direto em Aquário. É como se as transformações internas finalmente começassem a aparecer do lado de fora. Se você vem sentindo uma inquietação, essa é a hora de começar a transformar — para valer — o que precisa ser mudado.

  • Vênus em Libra — estética, romance e equilíbrio no ar

    A deusa do amor entra em seu signo preferido. A energia pede beleza, diplomacia e parcerias justas. É tempo de olhar pro espelho e enxergar harmonia — e também de buscar isso nos vínculos. Vista o que te faz sentir bonito(a) de verdade e se permita relações que tragam paz, não tensão.

  • Mercúrio em Escorpião — conversas que curam

    O planeta da comunicação entra no signo mais profundo do zodíaco. Prepare-se para trocas intensas, reveladoras. É tempo de falar o que nunca foi dito — e ouvir o que o outro tem a dizer com o coração aberto. Silêncios também serão respostas. E verdades podem vir à tona.

  • Lua Nova em Libra — recomeços suaves

    No dia 21, uma nova fase se abre: perfeita pra plantar intenções em relações, estética e até na sua forma de se enxergar. Que tal começar algo novo por você? Uma rotina mais leve, uma ideia criativa, um projeto com alguém especial.

  • Sol em Escorpião — mergulho em profundidade

    No dia 22, o Sol deixa Libra e entra em Escorpião, inaugurando uma temporada intensa e intuitiva. Nada de superfície agora. O que conta é o que é real. Você pode sentir mais vontade de ficar só, de mergulhar nos próprios pensamentos ou de renascer de algo que te doía. Permita-se.

  • Netuno retrógrado em Peixes — dissolvendo ilusões

    Também no dia 22, Netuno entra em movimento retrógrado. É como se as névoas começassem a se dissipar. Idealizações, fantasias e enganos ganham clareza. É um ótimo período pra meditar, escrever, se reconectar com sua espiritualidade — e se perdoar.

  • Júpiter em Câncer — acolhimento como expansão

    Júpiter, o planeta da sorte e do crescimento, transita para Câncer, signo da casa, da emoção, da memória. A sorte agora está onde o coração se sente seguro. Cuide dos seus. Decore sua casa com intenções. Expanda seu mundo por meio do carinho — e da conexão emocional.

Em resumo: Outubro termina com uma energia que mistura recomeço, introspecção e coragem emocional. É um ótimo momento pra acolher a sua criança interior, escutar o que o coração vem tentando dizer e ajustar a rota — não com pressa, mas com verdade.

Afinal, o céu muda, mas sua essência é sua bússola.

you make her smile again

“there was a softness in you, that spoke to the child in me.

the one who once laughed at the sky, who danced without rhythm,

who believed in magic, for no reason at all.

you didn’t just make me smile — you made her smile again.

the little me.

The real me.”

Eu uso o Instagram do My notes como daily para garotas.

hi, i’m the girl :)

que já viveu muitas versões de si.

Sou advogada, já fui modelo, hoje influenciadora — mas, acima de tudo, uma eterna observadora do mundo. Amo escrever, viajar, viver outras rotinas por um tempo e, principalmente, conhecer pessoas. Conhecer de verdade, sabe? Entender o que move cada uma, o que sonha, o que sente.

Essa newsletter nasceu desse desejo: transformar o que vejo, vivo e penso em palavras que te toquem também. Entre looks, filmes, astrologia, desabafos e dicas, tem sempre um pouco de mim aqui. E espero que você se veja um pouco também.